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  • 27 de janeiro de 2019

    Redação Inhotim


    Barragem Mina do Feijãobrumadinhoinhotim

    Leitura: 3 min

    Nota oficial – 27/01/2019

    Nota oficial – 27/01/2019

    Em solidariedade à comunidade de Brumadinho e a todos os atingidos pelo rompimento da barragem da Mina do Feijão, o Instituto Inhotim informa que permanecerá fechado, por ora, até quinta-feira 31 de janeiro. A reabertura será nesta sexta, dia 1º de fevereiro.

    A Instituição está toda mobilizada para prestar assistência aos atingidos e aos nossos funcionários e funcionárias. Estamos em contato com os órgãos competentes para entender os impactos do desastre e traçarmos conjuntamente medidas para minimizar os danos.

    Brumadinho é a casa do Inhotim e de tantas outras vidas e histórias. Enquanto instituição cultural referência na região, que nasceu e se desenvolveu neste lugar, nos comprometemos a utilizar todos os nossos meios possíveis para apoiar na recuperação da cidade e na superação dessa grande tragédia que afeta a todos nós.

    Continuaremos utilizando nossos canais de comunicação para divulgarmos as informações oficiais que forem sendo disponibilizadas pelas autoridades locais.

    In solidarity with the community of Brumadinho and all those affected by the rupture of the Feijão Mine dam, Instituto Inhotim informs that it will remain closed, for now, until Thursday. Instituto inhotim will reopen on Friday (1/2)

    The Institution is fully mobilized to provide assistance to those affected and to its employees. We are in contact with the relevant agencies to understand the impacts of the disaster and to jointly design measures to minimize damages.

    Brumadinho is the home of Inhotim and of so many other lives and stories. As a cultural reference institution in the region, which was born and developed in this place, we commit ourselves to use all our possible means to support the recovery of the city and to overcome this great tragedy that affects us all.

    We will continue to use our communication channels to disseminate the official information that is being made available by the local authorities.

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    25 de janeiro de 2019

    Redação Inhotim


    brumadinhoimprensaNota oficial

    Leitura: 4 min

    Nota oficial – Rompimento da Barragem Mina do Feijão (25/01/2019)

    Nota oficial – Rompimento da Barragem Mina do Feijão (25/01/2019)

    Como parte da comunidade de Brumadinho, o Instituto Inhotim lamenta profundamente o desastre ocorrido na Mina Feijão, em Brumadinho (MG), no início da tarde de hoje, 25/01, e se solidariza com todos os atingidos. Estamos em contato com a Prefeitura do município e com a Defesa Civil e nos colocamos à disposição para dar o suporte necessário.

    As autoridades locais instalaram na Faculdade ASA de Brumadinho, na MG-040 – km 49, o ponto de apoio para a população, onde está centralizando informações e doações. Quem quiser fazer doações deve entrar em contato com a Defesa Civil de Brumadinho pelo telefone: (31) 3571-6067. O Inhotim vai utilizar seus canais de comunicação para ampliar a divulgação das informações que forem sendo disponibilizadas pelos órgãos competentes.

    Seguindo recomendação da Polícia Civil, mais cedo o Instituto realizou o esvaziamento da área de visitação do Museu. Todos os funcionários e visitantes deixaram o local em segurança.

    Informamos também que, até o momento, a área do Inhotim não foi atingida, não havendo vítimas nem prejuízo às obras, jardins e outras instalações do Museu.

    O Inhotim não abrirá sábado nem domingo (26 e 27/01/2019). Aguardamos mais informações para definir a data de reabertura.

    ATUALIZAÇÃO (26/1 – 10H30):

    A Prefeitura de Brumadinho informou que estão recolhendo doações de água na Quadra de Esportes Municipal, na Rua Itaguá – 1000. Este é o único item essencial no momento.

    As equipes de resgate estão concentradas na Faculdade Asa. O espaço não está recebendo doações neste sábado. Elas estão sendo recolhidas na Quadra de Esportes – Rua Itaguá, 1000.

    Quem quiser se voluntariar para ajudar as pessoas atingidas deve ir até a Estação Conhecimento, na entrada de Brumadinho, ao lado do Restaurante Fazendinha. Os cadastros e direcionamentos estão sendo feitos neste local.


    Press Statement

    As part of the Brumadinho community, the Inhotim Institute deeply regrets the disaster that occurred at Feijão Mine, in the city of Brumadinho, Minas Gerais, early this afternoon, January 25, and expresses its solidarity with all those affected. We are in contact with the City Hall and the Civil Defense and we are available to provide the necessary support.

    Local authorities installed the support point for the population at Faculdade ASA de Brumadinho, MG-040 – km 49, where they are centralizing information and donations. Whoever wants to donate should contact the Civil Defense of Brumadinho by phone: (31) 3571-6067. Inhotim will use its communication channels to broaden the dissemination of the information that is being made available by the competent bodies.

    Following the recommendation of the Civil Police, the Institute carried out the emptying of the Museum’s visitation area. All staff and visitors left the place safely.

    We also inform that, as of now, Inhotim’s area has not been affected, with no victims or damage to the artworks, gardens, and other facilities of the Museum.

    Inhotim will not open this Saturday and Sunday (January 26 and 27, 2019). We will wait for more information to decide on the date of reopening.

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    16 de agosto de 2018

    Antonio Grassi


    artebotânicabrumadinhoeducaçãovisita

    Leitura: 6 min

    3 milhões de visitantes

    3 milhões de visitantes

    Quando o Inhotim abriu suas portas à visitação pública, em 2006, Brumadinho era um município pequeno, dedicado à mineração e à pecuária, sem qualquer traço de atividade turística em suas ruas empoeiradas de minério de ferro. Doze anos depois, a cidade ganhou um alfinete colorido no mapa de todo aquele que, no Brasil e no exterior, gosta de arte, de natureza e de viajar. Este agosto que começa agora trouxe um número capaz de traduzir toda essa transformação: 3 milhões. Este é o total de visitantes que estiveram em Brumadinho para conhecer as obras de arte e o jardim botânico do Inhotim.

    Este número carrega alguns significados nem sempre percebidos de imediato. Falo, por exemplo, do grande impacto da Instituição em toda a região de Brumadinho. Me refiro, ainda, à grande responsabilidade dos gestores do Instituto em manter vivos os sonhos e a sede de conhecimento das pessoas tocadas pela magia do Inhotim. Na última semana, colhemos boas notícias na área de governança e compliance, que contribuem efetivamente para a perenização do Inhotim. Já chego lá!

    Antes, é preciso entender melhor o universo do Inhotim. Para abrigar e alimentar tanta gente, dezenas de pousadas, hotéis e restaurantes pela cidade foram abertos nos últimos anos. Dos cerca de 600 funcionários diretos e indiretos do Museu, 90% são moradores da região e muitos jovens têm no Inhotim seu primeiro emprego. Por ano, são recebidas 50 mil pessoas da comunidade escolar, entre alunos e professores, com destaque para a rede pública de ensino da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    Inhotim desenvolve trabalho de resgate histórico, preservação e desenvolvimento da cultura das comunidades do entorno; mantém uma escola de cordas com jovens da região; oferece formação para estudantes e professores a partir dos seus acervos artístico e botânico, e forma jovens protagonistas nas discussões contemporâneas.

    Seu modelo inovador e único, mesmo considerando os museus do mundo, transforma a visita às obras de arte em um encantador passeio por um imenso jardim com quase 5 mil espécies de plantas. É uma experiência que distancia o Inhotim dos museus urbanos e atrai turistas de todas as partes.

    Segundo pesquisa da Vox Populi, pouco mais da metade dos visitantes são de Minas Gerais, um terço de outros estados e mais de 10% de outros países – importante ressaltar que, durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, 20% dos visitantes eram estrangeiros.

    São 140 hectares que acolhem 23 grandes galerias – 19 permanentes e quatro temporárias – e outras 23 obras de grande escala distribuídas ao ar livre. Todas elas levando inquietação e reflexão sobre o mundo em que vivemos – traço característico da arte contemporânea. Aos 140 se somam outros 249 ha de uma RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Natural). Pelos jardins, há espécies de todos os continentes, muitas delas raras e ameaçadas de extinção.

    Por tudo isso, o Instituto Inhotim compreende que sua perenização é um compromisso com toda essa gente que frequenta ou que deseja conhecer o lugar e os acervos lá distribuídos. E, é claro, que perenização passa por excelência de gestão e transparência, de forma a atrair empresas e entidades públicas e privadas interessadas em participar do esforço de manter abertas as portas do Inhotim.

    Por isso, com muita alegria, recebemos, na semana passada, o relatório das contas de 2017 das mãos de representantes da Ernst & Young, empresa internacional de auditoria. É o quinto ano consecutivo que elas são aprovadas sem ressalva. Desta vez, a boa notícia vem acompanhada de um plano de ação com 19 produtos e procedimentos para melhoria, modernização e fortalecimento do compliance da gestão do Inhotim, preparado pela consultoria Smart Gov.

    Dentre as propostas da Smart Gov, estão incluídos criação de Código de Ética e de Conduta do Instituto Inhotim, Comitê de Ética, Compliance Officer; incentivo à adoção de medidas de integridade entre parceiros de negócio; política anticorrupção; planejamento estratégico e governança corporativa; segurança da informação e transparência; avaliação de risco e melhoria contínua; responsabilidade social; e adesão ao Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção.

    Todas essas medidas são fundamentais para a manutenção do Inhotim e têm o respaldo do Conselho de Administração. Certos de que estamos no caminho certo, agradecemos aos parceiros que nos ajudam a despertar a consciência crítica instigada pela arte contemporânea, aliada à sustentabilidade ambiental. E obrigado a cada um dos 3 milhões de visitantes que contribuíram para materializar esse sonho. Se depender da gente, os alfinetes coloridos não deixarão de se multiplicar.

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    Artigo publicado no jornal Estado de Minas.

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    14 de maio de 2018

    Redação Inhotim


    artebrumadinhocomunidadeeducação

    Leitura: 9 min

    Inhotim e Museu Muquifu se juntam para celebrar Semana Nacional dos Museus

    Inhotim e Museu Muquifu se juntam para celebrar Semana Nacional dos Museus

    O tema “Memória e Identidade” foi o escolhido para conduzir as atividades da Semana Nacional dos Museus, ação comandada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) que acontece entre os dias 14 e 20 de maio. O assunto será abordado por uma rede de instituições culturais do país inteiro, incentivando a conexão entre elas e fortalecendo assuntos importantes dentro do contexto educativo desses lugares. Pensando em formas de levar isso até nossos visitantes, a equipe educativa do Inhotim se uniu ao Museus dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu), localizado na Zona Sul de Belo Horizonte, para pensar em atividades que incentivassem a troca de saberes entre eles.

    “Quando recebemos o tema, decidimos entrar em contato com o Muquifu pra fazer uma conexão que vai além da tecnologia, que fosse uma troca de conhecimento e de pessoas presentes. O Muquifu conta histórias dos quilombos e das favelas de Belo Horizonte, e isso converge com o Inhotim, que também tem uma troca intensa com a comunidade ao redor, com os quilombos e com Brumadinho. Entender como essas relações podem ser fortalecidas é essencial”, explica Lidiane Arantes, supervisora de educação do Inhotim.

    As atividades no Inhotim foram organizadas pela equipe do Educativo, que convida os visitantes a resgatarem as suas recordações a partir de experiências com os acervos artístico, botânico e histórico-cultural do Inhotim e por meio de objetos, textos e outras ferramentas educativas. Dentro da programação estão as ativações da Biblioteca Inhotim e das obras Abre a Porta (2006) e Rodoviária de Brumadinho (2005), além de visitas temáticas nas quais serão abordados os temas memória e identidade. No Muquifu, localizado Belo Horizonte, também será realizada uma oficina para produção de máscaras – um elemento presente em diversas manifestações culturais brasileiras –, técnicas de confecção, modelagem e pintura. A atividade pretende estimular a reflexão do participante sobre identidade, memória e histórias compartilhadas.

    Confira a programação para a Semana de Museus no Inhotim e no Muquifu:

    – Roda de Conversa: Chás Quilombolas – Uso e suas Tradições
    O Educativo Inhotim e o Muquifu propõem uma ação de conectividade entre quilombos rurais e urbanos. Práticas e usos de plantas medicinais nos processos de cura e tratamento de enfermidades que são transmitidos de geração em geração, por meio da tradição oral, serão compartilhados em uma roda de conversa com representantes detentores dos saberes tradicionais das comunidades de Marinhos e do Muquifu. A roda de conversa será regada a chá quilombolas e contará com a participação do curador do Muquifu, Padre Mauro Silva, e mediação dos educadores do Inhotim.

    Quando: 16 de maio (quarta-feira)
    Publico: livre
    Horário: 14h às 16h
    Local: Espaço Igrejinha

    – Ativação dos Painéis da Galeria Praça: Tradições Culturais e Narrativas de Identidade em Diálogo
    O Inhotim agrega experiências às importantes tradições culturais da região que o cerca. Foi assim quando os painéis da Galeria Praça, dos artistas John Ahearn e Rigoberto Torres, foram elaborados e instalados a partir da imersão deles em Brumadinho e do envolvimento das pessoas da comunidade na construção e representação escultórica de narrativas da história local. Nesse processo, a identidade de cada um dosparticipantes se fez matéria da arte e passou a compor a história do próprio Instituto. A ativação das obras Abre a Porta (2006) e Rodoviária de Brumadinho (2005) propõe um diálogo que aproxima o passado do presente através da rememoração das histórias guardadas nesses trabalhos e do colecionamento de novas histórias. O convite é que os visitantes compartilhem parte de suas identidades, fazendo delas história do Inhotim também! A oralidade será a ferramenta fundamental dessa partilha e a experimentação das plataformas de vídeo e fotografia irão conectar os participantes.

    Quando: Terça e quinta
    Público: livre
    Horário: 14h às 16h
    Local: Galeria Praça – G3 no mapa

    – Ativação da Biblioteca Inhotim: Oficina de Representação Identitária em Máscaras
    A Biblioteca Inhotim oferece ao público a possibilidade de uma experiência similar à que os artistas John Ahearn e Rigoberto Torres proporcionaram às pessoas que estão representadas nos painéis da Galeria Praça. A partir de ataduras de gesso, ocorrerá uma oficina de construção e representação identitária que terá como resultado a feitura de uma máscara de cada um dos participantes. Todos os visitantes de Inhotim são convidados a participar e levar para casa uma representação de si mesmo. Durante o processo, conversaremos sobre temas como tradições culturais, patrimônios material e imaterial, identidade e memória. Você já pensou sobre como as culturas se formam e se transformam? Participe!

    Quando: 12 de maio (sábado)
    Publico: livre
    Horário: 14h às 16h
    Local: Biblioteca Inhotim (Centro de Educação e Cultura Burle Marx)

    – Documentário Hiperconexão – Inhotim e Muquifu
    O Educativo Inhotim, em parceria com o Muquifu, apresenta um documentário no qual os visitantes do Inhotim poderão acessar os acervos, histórias e memórias do Muquifu. Com intuito de aproximar as instituições museológicas, comunidades do entorno e visitantes o documentário será exibido na Estação Educativa a fim de promover conexões de saberes para além dos aparatos tecnológicos.

    Quando: 15 a 19 de maio (de terça a sábado)
    Horário: 10h às 16h (de terça à sexta-feira) e 10h às 17h (no sábado)
    Onde: Estação Educativa para Visitantes (Centro de Educação e Cultura Burle Marx)

    – Oficina Moldando Memórias
    A atividade será realizada no Muquifu, onde o público será convidado a produzir máscaras, um elemento presente em diversas manifestações culturais brasileiras. A oficina estimula a reflexão sobre a identidade única de cada participante, suas memórias e histórias compartilhadas. Além de despertar a imaginação e colocá-la em prática, os participantes aprenderão técnicas de confecção, modelagem e pintura.

    Quando: 18 de maio (sexta-feira)
    Horário: 14h às 16h30
    Público: livre
    Local: Muquifu – Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos. Rua Santo Antônio do Monte, 708,
    Estrela, Belo Horizonte

    – Visita Temática – Memória e Identidade
    A Visita Temática “Memória e Identidade”, em conexão com a 16ª Semana dos Museus cujo tema é “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, propõe aos visitantes um resgate de recordações adormecidas que poderão ser ativadas a partir de experiências com os acervos artístico, botânico e histórico-cultural do Inhotim e através de objetos, textos e outras ferramentas educativas. A visita convida os participantes a compartilharem suas lembranças e a descobrirem curiosidades sobre a memória do Inhotim.

    Quando: Quarta, sábado e domingo
    Horário: 10h30
    Duração: 90min
    Local: saída da Recepção
    Público: livre
    Observação: 25 vagas, inscrição no local a partir das 10h

    Compre seu ingresso online e evite filas! 

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    08 de fevereiro de 2018

    Redação Inhotim


    artebrumadinhoeducaçãoinhotim

    Leitura: 7 min

    Esclareça suas dúvidas sobre o carnaval no Inhotim e prevenção contra febre amarela

    Esclareça suas dúvidas sobre o carnaval no Inhotim e prevenção contra febre amarela

    O carnaval está quase chegando e sempre surgem algumas dúvidas sobre o funcionamento do Inhotim, a programação e as condições para visitar o Instituto. Listamos aqui as perguntas mais frequentes que surgiram nos últimos dias, principalmente em relação à exigência do cartão de vacina garantindo a imunização contra a febre amarela para entrar no Inhotim. A medida foi tomada no dia 23 de janeiro como forma de proteger as pessoas e conscientizar os visitantes e as visitantes da importância de se vacinar contra a doença. Mas, se você já se vacinou, pode chegar sem medo que o carnaval vai ser só alegria! 

    Serviços
    Qual o horário de funcionamento e os preços nos dias de carnaval?
    O Inhotim estará aberto de sábado até a quarta-feira de Cinzas, das 9h30 às 17h30, sendo sábado, domingo, segunda e terça-feira R$ 44 a intera e na quarta-feira de Cinzas com entrada gratuita. Se quiser garantir seu bilhete online para evitar filas, clique aqui. 

    Quem tem direito a meia-entrada?
    A política de meia-entrada do Inhotim está sendo aplicada para idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência e um acompanhante, estudantes identificados, professores das redes formais pública e privada de ensino identificados, funcionários da Cemig, mediante apresentação de crachá da empresa, funcionários da Vale, mediante apresentação de crachá, e mais 3 dependentes, mediante apresentação do RG e da carteira da AMS (plano de saúde), assinantes do jornal Estado de Minas, portadores da ID Jovem e moradores de Brumadinho participantes do programa Nosso Inhotim.

    Qual a melhor forma de chegar no Inhotim?
    Existe um ônibus da empresa Saritur que sai diariamente às 8h15, da rodoviária de Belo Horizonte para o Inhotim. Durante todo o feriado, o ônibus retorna às 17h30. Também temos as vans que saem do Hotel Holiday Inn – R. Professor Moraes, 600, Funcionários – às 8h15, com retorno também às 17h30. Para solicitar o serviço, é necessário efetuar a reserva pelo telefone  (31) 99737-6366. Confira aqui os detalhes: inhot.im/comochegar  

    Qual a programação nos dias de carnaval?
    Durante o feriado, contaremos com a Visita temática sobre diversidade e representatividade na arte contemporânea, Visita Panorâmica, Estação Folia, Visita “Pelos jardins do Inhotim” e Ativação poética na obra “Piscina”. Confira todos os detalhes aqui.

    Dúvidas sobre a febre amarela
    Já houve casos de febre amarela no Inhotim?
    Não foi identificado nenhum caso de febre amarela no Instituto. O trabalho de prevenção feito pela equipe ambiental do Parque tem sido praticado desde meados de 2017, quando foram registrados os primeiros casos da doença em Minas Gerais. Além de ter realizado uma campanha de vacinação e divulgação de informações para funcionário e funcionárias, é feito o monitoramento diário de animais que habitam a região.  

    Se a pessoa tomou a vacina e não consegue encontrar o cartão, tem alguma alternativa?
    Ressaltamos que é muito importante a garantia da imunização. Caso você tenha certeza de que já tomou a vacina mas não consiga encontrar seu cartão, será possível entrar após a assinatura de um termo de compromisso confirmando sua imunização. 

    Se a pessoa tomou a vacina há mais de dez anos, precisa tomar novamente?
    Seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde adotou os padrões internacionais da dose única. Ou seja: quem tomou uma dose da vacina da febre amarela, independente de quanto tempo tenha, está imunizado pelo resto da vida, e não precisa do reforço.

    Em caso de idosos,idosas, bebês de até 9 meses, gestantes e lactantes, o cartão de vacina também será cobrado?
    De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, idosos acima dos 60 anos e gestantes devem ser avaliados por uma equipe de saúde em relação ao benefício e risco da vacinação, assim como mulheres que estejam amamentando e bebês com menos de seis meses. Caso seja decidido que não se deve tomar a vacina, pedimos a compreensão para que a visita ao Inhotim seja adiada, pela própria segurança destas pessoas.

    O comprovante também será cobrado do público estrangeiro?
    A exigência é válida para visitantes que venham de qualquer parte do Brasil ou do mundo. No caso do público estrangeiro, pedimos que comprovem a imunização e tragam o cartão de vacina de seus países de origem.

    Te desejamos uma ótima visita! 

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