• EN
  • 03 de outubro de 2019

    Lorena Vicini


    Leitura: 9 min

    O que Inhotim tem a ver com o Dia das Abelhas?

    Hoje, dia 3 de outubro, é comemorado nacionalmente o Dia das Abelhas. As abelhas são insetos tão vitais no nosso ecossistema que a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2018,  determinou até uma data (20 de Maio)  como o Dia Mundial das Abelhas, esses insetos que podem visitar até cerca de 7 mil flores por dia e são agentes vitais na polinização e para o desenvolvimento sustentável. No Brasil são mais de 300 espécies e em Minas Gerais há mais de 50 espécies nativas. 

    Nós, do Instituto Inhotim, que somos um museu de arte contemporânea e um jardim botânico, claramente temos uma relação direta com as abelhas: elas estão em nosso dia a dia, sobrevoando nossos milkshakes na Casa de Sucos, transitando por entre as flores dos nossos jardins.

    20191002_Abelha-Melipona_William-Gomes-1003

    Esta é a Melipona,  abelha conhecida por sua característica de não ter ferrão ou ter o ferrão atrofiado | Foto: William Gomes.

    Mas o que pouca gente sabe é que Inhotim está construindo um Meliponário, que é uma coleção de colmeias de abelhas meliponas. O mais curioso: essas colmeias não pertencem à instituição: apenas emprestamos o espaço para que essas colmeias se fortaleçam e depois de um período possam polinizar outros jardins e matas.

    O responsável pelo Meliponário é Mauricio Oliveira, um apaixonado por abelhas, que criou voluntariamente  um Centro de Resgate e Ecologia de Abelhas Nativas, o CRESAN. “Quando vai ter algum corte de árvore, alguma construção e as pessoas acham as colmeias na natureza e percebem os animais correndo riscos, ligam para a Defesa Civil. Então eu sou acionado e, quando chegamos lá, decidimos qual a melhor forma para o resgate. Este momento envolve também uma educação ambiental, em que fortalecemos junto às pessoas a importância da preservação das abelhas para a natureza. Feito o resgate, colocamos as abelhas em recipientes adequados e enviamos para pesquisa em São Paulo ou para centros de recuperação, como o Meliponário”, explica ele. 

    cresan

    Foi a partir de uma primeira colmeia resgatada em Inhotim que Mauricio descobriu sua vocação para o resgate de abelhas e criou o CRESAN.

    Nesse processo de resgate e transporte, as colmeias muitas vezes se enfraquecem com a morte de muitas abelhas operárias. A ideia é que nesses centros de recuperação – como é o caso do Meliponário no Inhotim –  elas sejam alimentadas e cuidadas até ficarem fortes novamente.

    A relação de Mauricio com Inhotim já é antiga: ele nos visitou quando estava realizando um serviço de pintura em um dos nossos prédios, que ele resgatou sua primeira colmeia! Foi então um processo natural de procurar pela equipe do Jardim Botânico e sondar a possibilidade de um espaço para receber as colmeias. O Inhotim disponibilizou uma área no Viveiro Educador, onde está sendo instalado o Meliponário.

    O curador botânico Juliano Borin conta que ser guardião dessas colmeias é uma relação benéfica para todos os envolvidos, mas os maiores ganhadores são flora e fauna do Inhotim. Segundo Juliano, a vantagem de pegar uma colmeia emprestada são muitas: a primeira é, claro, ter mais frutos no seu quintal, já que as abelhas são um dos principais agentes da polinização. “No Inhotim, com a presença das abelhas garantimos que muitas espécies raras produzam mais sementes e com isso garantam a sua reprodução. Com mais sementes conseguimos mais mudas, que trocamos com outros jardins botânicos, preservando essas espécies em diversos locais no mundo”, explica. 

    20191002_Abelha-Melipona_William-Gomes-1008

    Meliponas posicionadas na entrada da colmeia, desenvolvida por Maurício Oliveira | Foto: William Gomes 

    Neste Dia das Abelhas, Mauricio lembra que a proteção desses insetos atende ainda um dos 17 objetivos traçados pela ONU para transformar o mundo, o ODS 15, que diz respeito à proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos ecossistemas terrestres para gerir de forma sustentável as florestas. “A abelha é a base da cadeia, um animal de importância global. Temos que postergar seu desaparecimento”, enfatiza Mauricio.

    E para quem quer saber mais sobre abelhas, algumas dicas!

    Dica de Sabrina Carmo, coordenadora do Jardim Botânico do Inhotim:

    Site da A.B.E.L.H.A (Associação Brasileira de Estudos da Abelha)
    https://abelha.org.br/

    Neste site podem ser encontrados vários conteúdos sobre abelhas e sobre a crise dos polinizadores.

    Dica de Malu Rangel,  pesquisadora de literatura infantil e juvenil e coordenadora do curso de Educação de Jovens e Adultos do Colégio Oswald de Andrade, em São Paulo:

    Vale a pena ler o poema “As abelhas” que consta do livro Arca de Noé, de Vinicius de Moraes. Cantado também por Moraes Moreira, há ainda a versão da banda Strombólica. 

    Dica de Mauricio Oliveira, fundador do CRESAN:

    Livro  Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão (disponível online)

    Paulo Nogueira Neto, autor deste livro, é uma grande referência na área, e foi uma grande emoção quando ganhei das mãos dele esta obra. Foi uma grande ajuda no início, quando aprendemos a salvar abelhas aqui no Inhotim” 

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    27 de setembro de 2019

    Marcelo Martins


    Leitura: 8 min

    Inhotim, Setembro Azul e os desafios de uma instituição no caminho para a acessibilidade

    O Inhotim já recebeu mais de três milhões de pessoas – desde 2006, quando abriu ao público – e fomentado o acesso aos seus acervos de arte e botânica, com a finalidade de possibilitar experiências e reflexões sobre cultura e biodiversidade. Como instituição museológica sintonizada com seu tempo e com as discussões na área, as equipes buscam a partir de suas práticas diárias entender e aprimorar a sua comunicação com a diversidade de pessoas que o visita.

    Assim, para se aproximar do público surdo, o Inhotim participa pela primeira vez do Setembro Azul, o mês da visibilidade da Comunidade Surda Brasileira, com uma semana de programação especial para o público surdo e com deficiência auditiva. Entre 23 e 29 de setembro, as visitas proporcionam o aprendizado de sinais em Libras, percorrendo trajetos na área central do Inhotim e no Viveiro Educador. A atividade aborda a história do Instituto, as orientações de visitação nos espaços e os acervos de arte e botânica.

    A atenção para com a Linguagem Brasileira de Sinais no Inhotim começou com a visita da professora Clarice Alves, em março de 2018. Ela, que é surda, pediu ao seu filho Juan Santos para mediar a atividade em Libras, o que chamou a atenção da equipe do Educativo e a estimulou a aprender os sinais da Língua. Grupos de estudo foram criados no Inhotim para aprender Libras. No ano seguinte, Juan foi contratado para auxiliar no ensino e no atendimento ao público surdo pela equipe do Educativo. Para Sara Souza, coordenadora do Atendimento, a contratação do Juan deu uma nova perspectiva para todos. “Pelo fato de ter sido educado em Libras na família, ele explica aspectos importantes na comunicação com os surdos, como a percepção das vibrações do som e a expressão facial”, conta.

    Inhotim_750px

    Brumadinho_750px

    Nos vídeos acima, a monitora Roberta Duarte ensina os sinais de Inhotim e Brumadinho. Vídeos: Marcelo Martins.

    Uma instituição em processo de aprendizagem

    A equipe do Educativo realizou diversos treinamentos desde meados de 2018, por iniciativa e realização da própria equipe, usando apostilas e vídeos. Para aprimorar os estudos, há um ano, a equipe recebeu a visita da educadora Flávia Neves, que desenvolveu o Librário, uma tecnologia para a aprendizagem de Libras de maneira lúdica.

    Librário

    Librário é um baralho, em que cada carta mostra o sinal em Libras e a sua tradução para o português. Foto: William Gomes

    Esta é a chance de aprender Libras de uma maneira descontraída! A atividade com o Librário será oferecida aos pés da árvore Tamboril no próximo fim de semana, 28 e 29 de setembro.

    Segundo a Gerente de Educação Janaína Melo, este é o momento do Inhotim repensar a relação com os seus públicos, especialmente os surdos e pessoas com deficiência. “O Instituto sempre recebeu público surdo e com deficiência. Agora, é o momento de estabelecer uma estratégia de construção de práticas educativas para essas pessoas, em uma agenda na qual elas também sejam envolvidas, a fim de ampliar a experiência do público no Inhotim. É um entendimento de que o Inhotim é um espaço de todos, feito com todos e para todos”, diz.

    TreinandoLibras_750px

    Equipe de atendimento treina Libras em meio aos jardins do Inhotim. Foto: Marcelo Martins

    Sinais de aprendizagem

    Em uma das visitas que fez com um grupo de surdos no mês de junho, Juan revela o que eles mais gostaram: a experiência na Galeria Cosmococa. “Além de ter apresentado o trabalho dos artistas Hélio Oiticica e Neville d’ Almeida, as pessoas gostaram de interagir com os objetos da instalação, como as almofadas, bexigas e redes”, lembra Juan.

    Obra_750px

    Na obra Forty Part Motet (2001), de Janet Cardiff, Juan orienta a visitante a colocar a mão na caixa de som.

    Obras sonoras também estão incluídas no trajeto da visita em Libras. É o caso de Forty Part Motet (2001), de Janet Cardiff. “A pessoa surda sente a vibração do som. Por isso que uma das maneiras de chamar um surdo é, além de gesticular, bater os pés, para que a pessoa sinta a vibração do chão”, explica Juan.

    Até domingo, o Inhotim realiza a 1ª Semana do Setembro Azul, uma programação especial para o público surdo, com visitas mediadas em Libras, traduzidas para o Português. Veja a programação no nosso site e participe! 

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    08 de fevereiro de 2018

    Redação Inhotim


    artebrumadinhoeducaçãoinhotim

    Leitura: 7 min

    Esclareça suas dúvidas sobre o carnaval no Inhotim e prevenção contra febre amarela

    Esclareça suas dúvidas sobre o carnaval no Inhotim e prevenção contra febre amarela

    O carnaval está quase chegando e sempre surgem algumas dúvidas sobre o funcionamento do Inhotim, a programação e as condições para visitar o Instituto. Listamos aqui as perguntas mais frequentes que surgiram nos últimos dias, principalmente em relação à exigência do cartão de vacina garantindo a imunização contra a febre amarela para entrar no Inhotim. A medida foi tomada no dia 23 de janeiro como forma de proteger as pessoas e conscientizar os visitantes e as visitantes da importância de se vacinar contra a doença. Mas, se você já se vacinou, pode chegar sem medo que o carnaval vai ser só alegria! 

    Serviços
    Qual o horário de funcionamento e os preços nos dias de carnaval?
    O Inhotim estará aberto de sábado até a quarta-feira de Cinzas, das 9h30 às 17h30, sendo sábado, domingo, segunda e terça-feira R$ 44 a intera e na quarta-feira de Cinzas com entrada gratuita. Se quiser garantir seu bilhete online para evitar filas, clique aqui. 

    Quem tem direito a meia-entrada?
    A política de meia-entrada do Inhotim está sendo aplicada para idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência e um acompanhante, estudantes identificados, professores das redes formais pública e privada de ensino identificados, funcionários da Cemig, mediante apresentação de crachá da empresa, funcionários da Vale, mediante apresentação de crachá, e mais 3 dependentes, mediante apresentação do RG e da carteira da AMS (plano de saúde), assinantes do jornal Estado de Minas, portadores da ID Jovem e moradores de Brumadinho participantes do programa Nosso Inhotim.

    Qual a melhor forma de chegar no Inhotim?
    Existe um ônibus da empresa Saritur que sai diariamente às 8h15, da rodoviária de Belo Horizonte para o Inhotim. Durante todo o feriado, o ônibus retorna às 17h30. Também temos as vans que saem do Hotel Holiday Inn – R. Professor Moraes, 600, Funcionários – às 8h15, com retorno também às 17h30. Para solicitar o serviço, é necessário efetuar a reserva pelo telefone  (31) 99737-6366. Confira aqui os detalhes: inhot.im/comochegar  

    Qual a programação nos dias de carnaval?
    Durante o feriado, contaremos com a Visita temática sobre diversidade e representatividade na arte contemporânea, Visita Panorâmica, Estação Folia, Visita “Pelos jardins do Inhotim” e Ativação poética na obra “Piscina”. Confira todos os detalhes aqui.

    Dúvidas sobre a febre amarela
    Já houve casos de febre amarela no Inhotim?
    Não foi identificado nenhum caso de febre amarela no Instituto. O trabalho de prevenção feito pela equipe ambiental do Parque tem sido praticado desde meados de 2017, quando foram registrados os primeiros casos da doença em Minas Gerais. Além de ter realizado uma campanha de vacinação e divulgação de informações para funcionário e funcionárias, é feito o monitoramento diário de animais que habitam a região.  

    Se a pessoa tomou a vacina e não consegue encontrar o cartão, tem alguma alternativa?
    Ressaltamos que é muito importante a garantia da imunização. Caso você tenha certeza de que já tomou a vacina mas não consiga encontrar seu cartão, será possível entrar após a assinatura de um termo de compromisso confirmando sua imunização. 

    Se a pessoa tomou a vacina há mais de dez anos, precisa tomar novamente?
    Seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde adotou os padrões internacionais da dose única. Ou seja: quem tomou uma dose da vacina da febre amarela, independente de quanto tempo tenha, está imunizado pelo resto da vida, e não precisa do reforço.

    Em caso de idosos,idosas, bebês de até 9 meses, gestantes e lactantes, o cartão de vacina também será cobrado?
    De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, idosos acima dos 60 anos e gestantes devem ser avaliados por uma equipe de saúde em relação ao benefício e risco da vacinação, assim como mulheres que estejam amamentando e bebês com menos de seis meses. Caso seja decidido que não se deve tomar a vacina, pedimos a compreensão para que a visita ao Inhotim seja adiada, pela própria segurança destas pessoas.

    O comprovante também será cobrado do público estrangeiro?
    A exigência é válida para visitantes que venham de qualquer parte do Brasil ou do mundo. No caso do público estrangeiro, pedimos que comprovem a imunização e tragam o cartão de vacina de seus países de origem.

    Te desejamos uma ótima visita! 

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    15 de dezembro de 2017

    Redação Inhotim


    artebrumadinhoeducaçãoinhotim

    Leitura: 2 min

    Seja Amigo do Inhotim e tenha isenção fiscal no valor da adesão

    Seja Amigo do Inhotim e tenha isenção fiscal no valor da adesão

    O programa Amigos do Inhotim reúne pessoas que acreditam na experiência transformadora que o Inhotim promove para seus diversos públicos. A doação dos Amigos proporciona oportunidades para a comunidade do entorno, colabora com estudos botânicos, ajuda a manter projetos educativos e artísticos, além de levar aprendizado para milhares de jovens e crianças.

    Os Amigos do Inhotim têm direito a entrada livre, cortesias para convidados, descontos nas lojas e restaurantes e, ainda, o valor da adesão pode ser integralmente deduzido no Imposto de Renda.

    Apoie o Inhotim. Sua colaboração faz toda a diferença!

    Confira o passo a passo para aderir ao Amigos do Inhotim e deduzir a doação do seu Imposto de Renda
    1- Acesse www.inhotim.org.br/apoie
    2- Confira as categorias e escolha a que mais se adapta ao seu perfil
    3- Preencha o seu cadastro e clique na opção de pagamento “Utilizar Lei de Incentivo”
    4- Você receberá um e-mail com os dados bancários para efetuar o pagamento
    5- Para garantir a restituição, o pagamento deverá ser efetuado até 20/12/2017
    6- Na Declaração Anual de Ajuste, declare sua doação ao Amigos do Inhotim (Lei Nº 11.472, de 2 de maio de 2007)

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    13 de março de 2017

    Redação Inhotim


    Leitura: 4 min

    Escola de Cordas Inhotim dá início ao 5º ciclo

    Escola de Cordas Inhotim dá início ao 5º ciclo

    Três vezes por semana, Flander Cristian Souza Silva, 15 anos, sai da cidade de Sarzedo, onde mora, para frequentar os ensaios da Escola de Cordas Inhotim. O menino ficou sabendo do projeto do Instituto por uma prima e resolveu procurar as formas de participar, já que sonhava aprender viola. “Eu sempre procurava por aulas abertas e nunca conseguia. Quando comecei a frequentar os ensaios aqui no Inhotim, eu percebi que minha vontade de tocar em uma orquestra era possível”, relembra. Neste sábado, os alunos do projeto deram início a mais uma temporada de aulas junto ao maestro César Timóteo.

    Em funcionamento ininterrupto desde a sua implantação em abril de 2012, a Escola de Cordas conta com o patrocínio exclusivo da Vale desde o início e dá a 90 jovens a oportunidade de uma formação musical gratuita em instrumentos sinfônicos de corda (violino, violoncelo, viola e contrabaixo acústico) para crianças e jovens. Eles são prioritariamente estudantes da rede pública de ensino e residentes de Brumadinho e municípios ao redor. No sábado, os alunos estiveram no Parque com seus familiares para serem apresentados ao plano didático de 2017.

    Durante os encontros semanais com os jovens, o maestro busca fazer da música um compromisso e um prazer na vida dos integrantes do projeto. “A convivência com esses jovens alunos revela o quanto são talentosos e as possibilidades de desenvolvimento artístico e musical que lhes espera”, afirma Timóteo. De acordo com o ele, os alunos chegam, em sua maioria, ainda pré-adolescentes, sendo possível acompanhar de perto o amadurecimento deles ao longo do ano. “A música estudada, pensada, analisada, sentida e percebida rouba-lhes as cenas tristes da realidade que muitos deles enfrentam na vida pessoal. Para quem não tinha caminho, a música se torna uma possibilidade, um sonho, um objetivo, um alvo. Pouco a pouco passam a se sentir artistas dentro de um mundo criado e idealizado pelos sons, melodias e acordes antes desconhecidos”, analisa.

    Os encontros acontecem no Centro Educativo Burle Marx, possibilitando que o grupo tenha um contato direto com os acervos do Inhotim e com toda a programação desenvolvido no Instituto. Para Flander, essa é também uma chance de trabalhar a sensibilidade não só no campo musical. “Aqui eu estou sempre descobrindo coisas novas”, diz. A colega Isabella Soares, de 14 anos, integra o projeto desde o primeiro ano e é apaixonada pelo violino. Segundo ela, existe uma relação direta entre as composições da Escola de Cordas com os jardins do Instituto. “As músicas têm muito a ver com a natureza do Inhotim, elas transmitem para mim a mesma paz que encontramos aqui”, conta.

    Se você estiver caminhando pelo Centro Educativo Burle Marx nas quartas, quintas e sextas e escutar o som dos instrumentos, sinta-se convidado a assistir um ensaio e conhecer de perto a Escola de Cordas Inhotim.

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    Página 1 de 3123