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  • 01 de junho de 2017

    Redação Inhotim


    educaçãomeio ambienteprogramação culturalvisita

    Leitura: 9 min

    Mudança do clima é tema da Semana do Meio Ambiente no Inhotim

    Mudança do clima é tema da Semana do Meio Ambiente no Inhotim

    Como as características de um determinado lugar podem se misturar com culturas globais para ajudar a diminuir as consequências da mudança de clima atualmente? Pensar em ações que considerem as particularidades de um espaço para reduzir esses impactos é importante em uma escala global, e é este o tema condutor da Semana do Meio Ambiente, que começa no Inhotim a partir deste sábado, 3 de junho. As atividades vão até o dia 11 e têm como ponto de partida a reflexão sobre estas ações GLOCAIS para um diálogo sobre a Mudança de Clima do planeta e Biodiversidade.

    O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado no dia 5 de junho, e a cada ano o Instituto Inhotim celebra esta data com uma programação especial durante a semana. Estudantes, professores, profissionais da área e moradores de Brumadinho e Região Metropolitana de Belo Horizonte compõem grande parte do público participante. As atividades programadas abordam a temática a partir do plantio de árvores nativas, visitas ao Viveiro Inhotim, visita ao Laboratório de Produção Vegetal, visitas temáticas pelos jardins e galerias, mostra botânica e apresentação musical. A programação é uma excelente oportunidade para os participantes investigarem os bastidores e os espaços de produção e pesquisa do Jardim Botânico Inhotim habitualmente restritos à visitação, mas que serão abertos especialmente ao longo dessa semana.

    Confira o que vem por aí e engaje-se!

    Visita Temática: Mudança do Clima e Biodiversidade
    As discussões que envolvem a mudança do clima são emergentes. A Visita Temática “Mudança do Clima e Biodiversidade” propõe uma reflexão sobre a colaboração de Jardins Botânicos para a mitigação dos efeitos da mudança do clima, sensibilização e o engajamento da sociedade civil e políticas públicas sobre este assunto. O significativo acervo botânico de Inhotim será ponto de partida para as discussões, a partir do termo GLOCAL. A proposta educativa colabora com as discussões promovidas pela ONU por meio da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável no que se refere ao ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) “combate às alterações climáticas”.
    Quando: 03 de junho a 30 de julho (quartas, sábados, domingos e feriados)
    Horários: 10h30
    Local: saída da Recepção
    Público: livre
    Observação: 25 vagas, inscrição no local a partir das 10h

    Programação especial para funcionários: 
    Bate papo entre a equipe do Jardim Botânico Inhotim e os funcionários das diversas áreas do Instituto. Temas como os bastidores do Jardim Botânico, os trabalhos desenvolvidos em 2017, o paisagismo e as curiosidades farão parte da atividade. 
    Quando: 05 de junho (segunda)
    Horários: 10h30 às 16h
    Local: Teatro Inhotim
    Público: funcionários do Instituto Inhotim
    Observação: 200 vagas, inscrição prévia pelo e-mail: info@inhotim.org.br

    Plantio de árvores nativas nos Jardins do Inhotim
    O Inhotim convida você para o plantio coletivo e simbólico de árvores nativas que irão fazer parte do exuberante jardim do Instituto. Plantar árvores nativas produzidas em nossos viveiros a partir de sementes coletadas no Inhotim, faz toda a diferença. A atividade contribuirá para o  aumento do número de espécies arbóreas nativas regionais na área de visitação, ampliará os espaços de sombreamento, contribuirá para o conforto térmico e sensibilizará mais visitantes quanto ao esforço global de combate à mudança do clima e conservação da biodiversidade. Faça parte dessa ação!
    Quando: 06 de junho (terça)
    Horários: 14h
    Local: saída da Recepção
    Público: livre
    Observação: Vagas limitadas, inscrição prévia pelo e-mail: info@inhotim.org.br ou inscrição no local a partir das 09h30


    Visita mediada pelo agrônomo: Nos jardins do Inhotim, paisagismo e coleção botânica

    Participe da visita mediada pelo o engenheiro agrônomo do Inhotim, Juliano Borin. Os admiradores da natureza vão conhecer de maneira mais aprofundada o exuberante jardim do Inhotim, sua construção, manutenção, produção de plantas e diversas curiosidades. Os participantes e o Juliano B. percorrerão também espaços que não são abertos à visitação livre, como o epifitário, estufa equatorial e outros bastidores do Jardim Botânico Inhotim, aproveite.
    Quando: 10/06 (sábado)
    Horários: 14h
    Local: saída da Recepção
    Público: livre
    Observação: 25 vagas, inscrição prévia pelo e-mail: info@inhotim.org.br, ou inscrição no local a partir das 09h30 (conforme disponibilidade de vagas). Atividade paga (valor R$40,00)

    Mostra de sementes e mudas da Mata Atlântica e Cerrado
    Durante a Semana do Meio Ambiente de 2017 o Inhotim exibirá uma mostra de sementes e mudas de ocorrência nos biomas mata atlântica e cerrado, ambos considerados de prioridade em conservação em razão de suas elevadas ameaças de extinção. Serão exploradas questões sobre a diversidade da vegetação, tipo de dispersão, conservação, ambientes e espécies ameaçadas e recuperação de áreas. A mostra será composta mudas e sementes de diferentes tamanho e formas de 10 espécies coletadas na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Inhotim que integra remanescente florestal de Mata Atlântica com encraves de Cerrado.
    Quando: 03 a 11 de junho (terça à domingo)
    Horário: 10h às 16h (de terça a sexta-feira) e 10h às 17h (aos sábados e domingos)
    Onde: Estação Educativa para Visitantes (Centro de Educação e Cultura Burle Marx)

    Visita Técnica ao Viveiro Inhotim e ao Laboratório de Botânica
    Com o objetivo de informar e divulgar as atividades de pesquisas e produção de mudas de espécies dos biomas Mata Atlântica e Cerrado, o Inhotim irá promover uma visita técnica ao Viveiro para conhecer o laboratório de botânica e platô de rustificação. Serão abordados assuntos relacionados a germinação de sementes, diferentes tipos de testes de propagação, triagem e beneficiamento de sementes, produção e manejo de mudas, importância desses estudos com espécies nativas, diversidade vegetal, recuperação de área e mudança do clima.
    Quando: 09 de junho (sexta)
    Horário: 14h à 16h
    Onde: Laboratório de botânica e platô de rustificação / Viveiro Inhotim
    Público: Jovens Agentes Ambientais, convidados das escolas dos jovens e membros do Assentamento Pastorinhas

    Apresentação obra orquestral “os Jardins do Inhotim” – Escola de Cordas Inhotim
    A Escola Cordas Inhotim consiste na continuidade e aperfeiçoamento das ações implantadas no ano de 2012. O projeto tem como principal objetivo oferecer a oportunidade de formação musical gratuita em instrumentos sinfônicos de cordas (violino, violoncelo, viola e contrabaixo acústico). As atividades contemplam crianças e jovens com faixa etária entre 10 e 18 anos, prioritariamente estudantes da rede pública de ensino e residentes no município de Brumadinho, que é composto por localidades de zona rural, distritos e comunidades quilombolas. O projeto contribui para o reconhecimento e valorização do cenário musical do Médio Vale do Paraopeba. A obra orquestral “Os Jardins do Inhotim” será apresentada durante a programação da Semana.
    Quando: 10 de junho (sábado)
    Horário: 11h
    Onde: Largo das Orquídeas
    Público: livre

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    23 de março de 2017

    Redação Inhotim


    inhotimmeio ambienteprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    As plantas que vivem nas águas do Inhotim

    As plantas que vivem nas águas do Inhotim

    As macrófitas, popularmente conhecidas como plantas aquáticas, têm importantes propriedades no funcionamento do ecossistema. Aqui no Inhotim, elas podem ser vistas principalmente no Jardim Veredas e na Estufa Equatorial. Uma importante característica das macrófitas é a ligação que elas estabelecem entre o sistema aquático e os ambientes terrestres que as cercam. Além de serem fonte de alimento para muitos peixes, elas fazem parte da alimentação de mamíferos que gostam de ficar em ambientes úmidos, como as capivaras. Essas plantas são abrigo para pequenos animais que vivem na água. Conheça um pouco mais sobre a alface-d’água, a aguapé e a orelha-de-onça, plantas que crescem nas águas do Inhotim:

    – A alface-d’água (Pistia stratiotes) é uma espécie encontrada em rios e lagoas ricas em matéria orgânica. Ela vegeta em todo tipo de água doce, seja pura, barrenta, poluída ou parada. Essa espécie ocorre nos biomas de Floresta Amazônica, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Outra propriedade da Pistia é seu uso como removedor de óleos e graxas de tecidos. Para usá-la dessa forma, é preciso deixar a planta alguns dias dentro de um balde com água, para liberarem o princípio acre, e depois esfregá-las no tecido. As raízes, após cozidas, também constituem uma boa forragem para porcos. Aqui no Inhotim, elas compõem a bonita paisagem do Jardim Veredas.

    A alface- d´água pode ser vista no Jardim Veredas. Foto: William Gomes.

    A alface- d´água pode ser vista no Jardim Veredas. Foto: William Gomes.

    – A aguapé (Eichhornea azurea) é uma planta aquática fixa nativa e com ampla distribuição em território brasileiro. É comum vê-la formando um tapete verde no espelho d’água dos lugares onde habita, proporcionando a proliferação de uma grande quantidade de invertebrados. Uma de suas principais vantagens é agir como um filtro natural, já que é capaz de incorporar em seus tecidos uma grande quantidade de nutrientes que atuam sobre as moléculas tóxicas de águas poluídas, conseguindo absorver até mesmo metais pesados, como mercúrio, cádmio e níquel. Aqui no Inhotim, elas são cultivadas na Estufa Equatorial e no Jardim Veredas.

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    A aguapé é cultivada também na Estufa Equatorial do Inhotim. Foto: William Gomes.

    – A orelha-de-onça (Salvinia auriculata) é uma planta aquática flutuante livre muito utilizada para a purificação e oxigenação da água. Além disso, contribui como lugar de desova, abrigo e hábitat para organismos aquáticos e como alimento de capivara, insetos, caramujos, aves e peixes. Onde há essa plantinha, há boa qualidade de água. Você pode ver de perto a orelha-de-onça no pequeno lago do Jardim Veredas e no cultivo da Estufa Equatorial do Inhotim.

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    A orelha-de-onça é uma planta muito usada na purificação de águas poluídas. Foto: Willy Silva

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    06 de janeiro de 2017

    Redação Inhotim


    artebotânicadesigneducaçãolivroloja inhotimmeio ambientepublicação

    Leitura: 2 min

    Inhotim, um estado de espírito

    Inhotim, um estado de espírito

    A publicação narra a história do Instituto e projeta o seu futuro. O livro conta com três volumes: “Inhotim, um estado de espírito” traz imagens internas e externas que expressam a exuberância do Instituto e evidenciam a sua forte relação com a arte e a natureza. Já “Futuromemória” conta a trajetória histórica do Inhotim, desde a povoação da região de Brumadinho até uma projeção para o futuro, nas palavras do idealizador do Inhotim, Bernardo Paz. A evolução da coleção de arte do Instituto e a beleza do seu acervo botânico estão em “Artenatureza”, com textos dos dois curadores do Inhotim, Allan Schwartzman e Jochen Volz.

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    O livro também traz depoimentos de funcionários que ajudaram na construção do Inhotim e textos de Humberto Werneck, Fábio Scarano, Frederico Coelho, Jarbas Lopes, Luiz Zerbini, entre outros; além de ensaios fotográficos inéditos.
    A publicação faz parte das comemorações dos 10 anos do Inhotim e contribui para vivenciar um estado de espírito alinhado com os ideais de educação por meio da arte, sustentabilidade e conservação da natureza, diretrizes fundamentais do Instituto.
    Aos interessados em adquirir o livro, ele está à venda na loja do Inhotim em Brumadinho.
    Boa leitura!

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    16 de dezembro de 2016

    Cristina Iglesias

    Artista com obras em exposição no Inhotim


    artebotânicaexposiçãoinhotimmeio ambientevisita

    Leitura: 3 min

    O Labirinto de Cristina Iglesias #Ensaio1nfinit0

    O Labirinto de Cristina Iglesias #Ensaio1nfinit0

    O caminho de Belo Horizonte a Inhotim, em Minas Gerais, me afetou de uma maneira especial. Ao cruzar a aldeia até Brumadinho, ao longo dos trilhos de trem das minas, tudo estava coberto de um pó vermelho ferroso que dava a cada imagem a aparência de uma antiga foto em sépia. Notei várias garagens abertas onde se reparavam carros quebrados e me fixei também nas montanhas, com suas entranhas abertas entre a vegetação exuberante e desordenada. Essa visão me afetou no encontro com o Jardim. De repente, como um oásis perfeito depois desses caminhos sinuosos apareceu Inhotim, um laboratório de botânica e arte com uma ânsia educacional e de discussão exemplar.

    Minha primeira ideia foi a proposta final. Buscamos um lugar selvagem, mas nas proximidades. Imaginei uma peça no mato, perto do jardim mais puro , mas construindo um novo caminho a uma das ilhas de vegetação que no Inhotim preservam a memória do lugar. Era a possibilidade de jogar com a paisagem, extrair, preservar e replantar como em um desenho infinito, como na ficção interior.

    Eu construí uma sala vegetal sem teto, a céu aberto no meio da floresta, com paredes de aço inoxidável que refletem a natureza e, portanto, desaparecem, se camuflam. Há quatro portas, uma para cada lado. Cada porta se abre para um lugar com uma topografia que constrói recantos que convidam a ficar e aberturas para alguns dos outros espaços, sem acesso físico, mas acessíveis pelo olhar. As paredes representam uma ficção vegetal com um padrão que se repete e simultaneamente vai metamorfoseando de um espaço para outro, com detalhes que vão se multiplicando de forma quase imperceptível.

    Sem acesso aos diferentes espaços de dentro, é necessário voltar o olhar para o exterior, em direção à vegetação real, e encontrar a próxima porta entre os reflexos do ambiente. Ao entrar em outro espaço, a experiência será semelhante à já vivida. Ouve-se o murmúrio da água. Uma das entradas, a mais escondida por ervas daninhas, conduz ao centro do labirinto, onde, sob o chão de grade metálica, a água flui formando um redemoinho.

    Um labirinto é um complexo jogo de infinitos.

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    07 de outubro de 2016

    Lilia Dantas

    Supervisora de Arte e Educação do Inhotim


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    Leitura: 5 min

    Do traço ao corpo – Laboratório Inhotim visita a Cidade do México

    Em 2016 o Inhotim comemora seus 10 anos de abertura ao público. Junto com ele, o Laboratório Inhotim também celebra uma década de atividades. O projeto, que nasceu e cresceu junto com o próprio Instituto, aprendeu nestes anos a cultivar relações duradouras. Seu programa pedagógico prevê até 3 anos de formação contínua a seus participantes – jovens da região de Brumadinho –  acompanhando-os, em geral, do último ano do Ensino Fundamental até o segundo ano do Ensino Médio.

    Em sua trajetória, o Laboratório estabeleceu parcerias com artistas, museus e educadores que não apenas contribuíram para a realização de alguma atividade específica, mas que inspiraram o projeto a se repensar e propor novos espaços de descoberta e aprendizado. Uma destas parcerias teve início em abril de 2015, quando a bailarina e coreógrafa mexicana Alma Quintana esteve em Inhotim para um período de residência. Alma propôs aos jovens do Laboratório que participassem de um processo criativo que partia de desenhos, mapas, palavras e outros estímulos para transformá-los em dança. Uma espécie de exercício interpretativo, uma tradução de objeto em movimento, de história em corpo, de traço em toque. Ao final da estadia de Alma no Inhotim, sabíamos que havíamos criado algo poderoso que merecia ter continuidade.

    Durante o tempo em que esteve no Inhotim, Alma elaborou diversas oficinas para os jovens do Laboratório Inhotim. Foto: Rossana Magri

    Durante o tempo em que esteve no Inhotim, Alma elaborou diversas oficinas para os jovens do Laboratório Inhotim. Foto: Rossana Magri

    Nos meses seguintes fomos apresentados ao MUAC – Museu Universitário de Arte Contemporânea localizado na Cidade do México. O departamento de educação do museu generosamente acolheu a ideia de desenvolver com o Inhotim uma atividade em que jovens de Brumadinho e da Cidade do México participassem juntos de uma série de oficinas ministradas por Alma, conhecendo assim a cultura e os costumes uns dos outros e fazendo dessa multiplicidade de referências o material para a criação de uma coreografia a ser apresentada ao final do processo.

    Durante todo o ano de 2015 e nos primeiros meses de 2016 essa ideia amadureceu e se consolidou. Assim, no próximo dia 07 de outubro, 6 jovens e 5 educadores do Inhotim finalmente embarcam para a Cidade do México para um período de 10 dias de imersão, pesquisa e criação coletivas. No cronograma, visitas a museus e sítios arqueológicos, oficinas, ensaios, e duas apresentações: uma no próprio MUAC e outra no bairro de Santo Domingo, onde moram os jovens mexicanos que trabalharão conosco.

    Para o Laboratório, envolver adolescentes de diferentes contextos culturais em um processo colaborativo significa promover que ambos os grupos vivenciem a alteridade, que percebam e sejam percebidos em suas habilidades e limitações e que, dessa forma, aprimorem sua capacidade de conviver e se engrandecer no contato com o outro.
    Nossos viajantes vão compartilhar seus momentos favoritos dessa experiência no Instagram do Inhotim, em uma espécie de diário de bordo. Cada dia, um deles vai escrever sobre as impressões e as experiências vividas em terras mexicanas. Acompanhe nossa viagem!

    Laboratório Inhotim
    O Laboratório Inhotim, realizado pelo instituto desde 2007, atende anualmente 30 jovens moradores de Brumadinho e seus distritos rurais, matriculados na rede pública de ensino local. O projeto busca a formação continuada desses jovens para o desenvolvimento de um olhar crítico com relação à sociedade, criativo diante dos desafios e tolerante diante da diversidade.

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