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  • 22 de maio de 2014

    Redação Inhotim


    arteeducaçãoinhotim escolaprogramação cultural

    Leitura: 2 min

    Adriana Varejão e História

    Adriana Varejão e História

    “Minha narrativa é um tecido de histórias. Histórias do corpo, da arquitetura, do Brasil, da tatuagem, da cerâmica, dos azulejos antigos, portugueses, ou dos modernos vulgares, dos mapas dos livros, da pintura.

    E mais: um botequim na Lapa, um canto em Macau, uma piscina em Budapeste, ruínas em Chacahua, um muro em Lisboa, um claustro em Salvador, um hammam subterrâneo no 18º bairro de Paris, um delicado vaso Song, uma frase num livro, um mercado em Taxco, uma pele tatuada, um anjo negro em Minas, um caco em Barcelona, um nanquim em Guilim, um açougue em Copacabana, um crisântemo em Cachoeira, uma notícia no jornal, um espelho em Tlacolula, um banheiro de rodoviária, um pássaro chinês em Sabará, o som do violão, um azulejo em Queluz, um charque em Caruarú, uma frase do passado, um quadro em Nova Iorque, ex-votos em Maceió, um vermelho em Madrid, um sento em Kyoto, e mais, e mais, e mais…”

    Adriana Varejão, sobre sua relação com a palavra história.

     

    Em 2008, o Inhotim inaugurou um de seus pavilhões mais emblemáticos, marco da profunda relação entre arte, arquitetura e paisagismo presente no Instituto. A Galeria Adriana Varejão abriga seis obras da artista, trabalhos que expressam sua diversidade de interesses e variedade de fontes de sua pesquisa. No dia 24 de maio, Adriana Varejão vem a Belo Horizonte a convite do Inhotim para participar do Seminário Espaço, Trabalho e História. Clique aqui para ver a programação completa do evento.

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    16 de maio de 2014

    Redação Inhotim


    botânicabrumadinhoeducaçãomeio ambienteprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    Palmeiras: ciclo de palestras

    Palmeiras: ciclo de palestras

    Com uma das maiores coleções de palmeira do mundo, o Inhotim realiza, no próximo sábado, 17 de maio, um ciclo de palestras com foto nessa família botânica. Entre os temas de discussão, estão o uso dessas plantas no paisagismo, principais cuidados, reprodução e utilidades. Confira a programação completa:

    Ciclo de Palestras – O Universo Botânico da Família Arecaceae

    Local: Espaço Igrejinha – Instituto Inhotim

    Entrada gratuita para visitantes

    1ª rodada – de 10h às 13h

    Palmeiras brasileiras novas e pouco comuns

    Palestrante: Harri Lorenzi. Engenheiro agrônomo e pesquisador, é fundador e atual diretor do Instituto Plantarum, em Nova Odessa/SP. Foi pesquisador convidado da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e já publicou dezenas de trabalhos científicos e livros sobre botânica.

    O uso das palmeiras no paisagismo

    Palestrante: Pedro Nehring. Paisagista do Inhotim, faz parte da história dos jardins que hoje compõem o instituto desde quando o local era uma propriedade particular. Realizou projetos em diversas cidades do Brasil, como Brasília e Rio de Janeiro.

    Por que estudar as palmeiras?

    Palestrante: Patrícia Oliveira. É graduada em Ciências Biológicas pelo Instituto Izabela Hendrix, e possui mestrado e doutorado em biologia vegetal pela Universidade Federal de Minas Gerais. No Inhotim há 2 anos, hoje faz parte da equipe de pesquisa, desenvolvimento e inovação em jardim botânico e meio ambiente.

    2ª rodada – de 14h30 às 17h

    Estudos anatômicos em estruturas reprodutivas de Arecaceae

    Palestrante: Sarah Barbosa Reis. Formada em ciências biológicas na Universidade Estadual de Montes Claros. Mestre em anatomia vegetal pelo departamento de botânica da Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é doutoranda na mesma linha de pesquisa, também na UFMG.

    A saúde das palmeiras

    Palestrante: Lívia Dias Lana. Engenheira agrônoma formada pela Universidade Federal de Viçosa. É especializada em paisagismo pelo Instituto de Arte e Projeto, em Belo Horizonte. É responsável pelo setor de sanitarismo do Inhotim e pela manutenção e revitalização do parque.

    O multiuso das palmeiras no cotidiano

    Palestrante: Luiz Eduardo Silva. Graduado em engenharia florestal pela Universidade Federal de Lavras. Integra a equipe de mapeamento e inventário de plantas do Instituto e é responsável pela identificação botânica.

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    15 de maio de 2014

    Redação Inhotim


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    Leitura: 2 min

    Marilá Dardot e Trabalho

    Marilá Dardot e Trabalho

    “Durante a Bolsa Pampulha, morávamos juntos na Rua Apodi, 69 eu, Sara Ramo, Matheus Rocha Pitta e, eventualmente, Rodrigo Matheus. Era julho ou agosto de 2003, e finalmente coincidíamos eu e Cinthia Marcelle em Belo Horizonte na época dos ipês. Era nossa chance de fazermos Irmãs, um trabalho há muito pensado por nós duas, que aguardava essa ocasião. Naqueles dias, Matheus estava viajando. Era domingo, e nos sentamos eu, Sara e Rodrigo para fazer as flores que seriam usadas para colorir o chão dos ipês com cores trocadas. Rodrigo queria testar uma câmera de segurança para seu trabalho, por isso a posicionamos em frente ao sofá. No meio do processo, começamos a refletir sobre a natureza de nosso trabalho, e me lembrei de uns papéis com antigos escritos didáticos que tinha comprado na feira do troca-troca do Rio, quando eu trabalhava para Rosângela Rennó. SOMOS ÚTEIS. ÚTEIS. NÓS TRABALHAMOS. PRECISAMOS PARA VIVER. Assim nasceu Selvagens Nocivos e o seu primeiro trabalho, o vídeo A cada dia

    Marilá Dardot, sobre sua relação com a palavra trabalho.

    Mineira de Belo Horizonte, a artista é uma das participantes do Seminário Espaço Trabalho e História, que acontece nos dia 23 e 24 de maio, no Museu Histórico Abílio Barreto. O evento e é gratuito e faz parte das atividades de 2014 do Inhotim Escola. Confira a programação completa do evento aqui.

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    08 de maio de 2014

    Redação Inhotim


    arteeducaçãoinhotim escolaprogramação cultural

    Leitura: 2 min

    Marcius Galan e Espaço

    Marcius Galan e Espaço

    “No meu trabalho, o espaço é um assunto recorrente e é tratado de maneiras muito distintas. Proponho exercícios que vão desde instalações onde a percepção do espectador é testada, às vezes desconstruindo a ideia de precisão nas representações do espaço (mapas, plantas arquitetônicas, etc..) e até em relações banais com os espaços de preenchimentos burocráticos do dia a dia. São escalas diferentes de atuação, mas tratados com a mesma intensidade.”

    Marcius Galan, sobre sua relação com a palavra espaço.

    O artista, que possui duas obras em exibição no Inhotim, é um dos participantes do Seminário Espaço Trabalho e História. O evento acontece nos dia 23 e 24 de maio, no Museu Histórico Abílio Barreto e é gratuito. Veja a programação completa aqui.

    Conheça um pouco mais sobre Marcius Galan e seu trabalho nos vídeos a seguir:

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    02 de maio de 2014

    Equipe de mediadores

    Realiza visitas e atividades que convidam a refletir sobre os acervos do Inhotim


    arteeducaçãovisita

    Leitura: 3 min

    Os contrastes do tempo

    Os contrastes do tempo

    Quanto dura o tempo de um convite, de uma proposta? Durante o mês de maio, as visitas mediadas de arte do Inhotim evidenciam a natureza-morta e sua relação com o tempo. A observação de que ele é condição necessária para a existência da vida motivou diferentes artistas a arriscar a possibilidade de pará-lo. Eles tentam capturar o instante ou mesmo fazê-lo passar como uma cena em câmera lenta, em que é possível acompanhar com detalhes a transformação de algo novo, a partir daquilo que existiu e já não é mais.

    Um dos vídeos que compõe a exposição Natureza-Morta, na Galeria Fonte, é 10:51 (2009), do artista argentino Jorge Macchi.  No trabalho, a projeção de um relógio localizada à altura do encontro da parede com o teto nos provoca a observar como a experiência com espaço condiciona e é condicionada por nossa relação com a passagem do tempo. Já parou para pensar em como você se organiza e é controlado a partir do relógio na parede de casa, na rua, no trabalho ou preso ao pulso?

    Outra obra que estabelece um profundo diálogo com a ideia de tempo em (de)composição é Ahora juguemos a desaparecer II (2002), do cubano Carlos Garaicoa. Ali, a vídeo-instalação demonstra um experimento em processo, quando arquiteturas são postas em chamas e deflagram uma série de discussões possíveis, desde a emergência de novas ordens sociais ao padecimento de culturas seculares. Muitas vezes a condição social de diferentes épocas e culturas constrói percepções singulares do tempo, por meio da observação da natureza ou pela materialização através de artefatos, do relógio de sol à obra de arte, por exemplo. 

    Detalhe da obra "Ahora juguemos a desaparecer II" (2002), do artista Carlos Garaicoa. Foto: Daniela Paoliello

    Detalhe da obra “Ahora juguemos a desaparecer II” (2002), do artista Carlos Garaicoa. Foto: Daniela Paoliello

    O que significa estar no tempo, a ele pertencer?

    Texto de Alison Loureiro, arte-educador do Inhotim

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