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  • 03 de maio de 2016

    Redação Inhotim


    Leitura: 2 min

    Mudanças nos pontos de alimentação do Inhotim

    Mudanças nos pontos de alimentação do Inhotim

    A partir deste sábado (30 de abril), o Restaurante Oiticica abre todos os dias de visitação. Além dessa alteração, a abertura das lanchonetes também varia de acordo com dias de funcionamento normal e dias com fluxos maiores, como feriados e férias escolares.

    Seguem os horários e dias de abertura:
    Restaurante Tamboril
    Funcionamento todos os dias de abertura do Parque.

    Terça a Sexta
    12 ás 16h
    Sábados, Domingos e Feriados
    12h ás 17h

    Restaurante Oiticica
    Aos fins de semana, feriados e quartas-feiras, bufê a R$ 22,00 por pessoa, permitindo o cliente se servir somente uma vez. Às terças, quintas e sextas, é servido o prato do dia.

    Terças, quintas e sextas – (Prato do dia – R$ 22,00 por pessoa – bebidas não inclusas)
    12h às 16h
    Quartas, Sábados, domingos e feriados (Bufê R$ 22 por pessoa – bebidas não inclusas)
    Quarta – 12h às 16h
    Sábado, Domingo e Feriado – 12h às 17h

    Lanchonetes (a partir de terça-feira, 3 de Maio)
    De terça a sexta: Café do Teatro, Estacionamento e Recepção
    Sábado e domingo: Café do Teatro,  Miguel Rio Branco, Palm Pavilion, Recepção e True Ruge.

    Feriados e férias escolares: Além dos pontos citados acima, ficam abertos Fonte, Galpão, Igrejinha e Rivane.

    Horários das lanchonetes:
    Dias úteis: 9h30 às 16h
    Fins de semana e feriados:
    Café do Teatro, True Ruge: 9h30 às 17h
    Miguel Rio Branco e Palm Pavilion: 10h às 16h
    Estacionamento e Recepção: 9h30 às 17h30

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    26 de abril de 2016

    Thaís da Cruz Araujo

    Educator


    Leitura: 4 min

    A arte tragicômica de William Kentridge

    A arte tragicômica de William Kentridge

    I’m not me, the horse is not mine, obra do artista sul-africano William Kentridge, é destaque nas exposições temporárias do Inhotim. Exposta desde outubro de 2015 no Galpão, espaço preparado para receber obras de grandes dimensões no Instituto, o título da instalação em vídeo faz referência a uma expressão utilizada pelos camponeses russos para negar a responsabilidade de algo. As projeções são um fragmento do que o artista produziu enquanto preparava a sua versão da ópera O Nariz, de Dmitri Shostakovich para o New York’s Metropolitan Opera exibida em março de 2010.

    A obra de Kentridge é composta por oito projeções com cerca de seis minutos de duração que ficam em loop constante. O público pôde conferir a vídeoinstalação pela primeira vez na Bienal de Sidnei em 2008, posteriormente no MoMA de Nova York em 2010 e no Tate Modern de Londres entre os anos de 2012 e 2013, até a chegada ao Inhotim em 2015.

    O Nariz é um conto clássico da literatura russa. Escrito entre 1835 e 1836 por Nikolai Gogol, inspirou Shostakovich a compor a ópera homônima em 1927. A sátira narra um homem que acorda de manhã e percebe que seu nariz desapareceu, ele sai à sua procura e quando o encontra, nota que o nariz é hierarquicamente superior ao seu dono. Depois de vários encontros, eles acabam reunificados.

    William Kentridge, por meio da arte e do humor, faz intervenções sobrepondo um nariz nas imagens de arquivo e registros históricos. Ele ainda utiliza linguagens como performance, colagens, desenhos em carvão e principalmente stop motion, para falar da vanguarda russa, como o cinema de Vertov, a arquitetura da torre de Tatlin ou o movimento suprematista de Malevich. É possível identificar alguns nomes históricos como o de Stalin, líder da União Soviética e o da bailarina Anna Pavlova, ícone do balé russo.  As referências utilizadas pelo artista são muitas. A cada novo loop das projeções é possível relacionar a obra a fatos históricos do regime totalitário russo.

    As projeções espalhadas pelo Galpão contam a história do conto "O Nariz" de maneira tragicômica, traço frequente nas obras de Kentridge. Foto: William Gomes.

    As projeções espalhadas pelo Galpão contam a história do conto “O Nariz” de maneira tragicômica, traço frequente nas obras de Kentridge. Foto: William Gomes.

    A trilha sonora original, parte importante da instalação, foi composta por Phillip Miller, parceiro de Kentridge em diversos projetos desde Felix in Exile de 1994. Miller gravou trechos do coro da Igreja em Johannesburg e usou o ritmo como base, mesclando as gravações com a música de Shostakovich de forma indireta, como se fosse uma colagem.

    William Kentridge apresenta uma montagem única do seu olhar, na qual a arte é capaz de se apropriar de forma tragicômica da história e das linguagens, mesclando o interesse pela Rússia com suas próprias referências de seu país de origem.

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    19 de abril de 2016

    Redação Inhotim


    arteinauguraçãoinhotim

    Leitura: 5 min

    Desenhos feitos por índios Yanomami revelam mitos e tradições

    Desenhos feitos por índios Yanomami revelam mitos e tradições

    Inaugurada em novembro de 2015, a Galeria Claudia Andujar apresenta uma ampla seleção de fotografias da artista, realizadas nos períodos em que viveu com os índios Yanomami. Curiosa para conhecer a cultura da tribo, a fotógrafa propôs algo inusitado. Ofereceu papel e pinceis atômicos a um grupo de indígenas e pediu que desenhassem seu habitat, mitos e tradições. Eles nunca haviam tido contato com esses materiais. O resultado da experimentação, realizada ainda na década de 1970, também pode ser visto na exposição inaugural do pavilhão.

    Os desenhos reunidos na mostra foram realizados por quatro artistas – Taniki, Poraco, Vital e Orlando – e revelam aspectos diversos da vida dos Yanomami, narrativas de mitos, além de padronagens comuns às pinturas corporais e à decoração de objetos. Em Sem título (Yoassi grávido), 1976, Poraco apresenta sua percepção da geração de um dos filhos de Omama, divindade responsável pela criação do universo. Já em Sem título (Fazer muito amor com a mulher), 1976, do mesmo artista, linhas e pontos representam de maneira abstrata a relação sexual.

    Da esquerda para a direita, no segundo quadro é possível ver a representação Sem título (Fazer muito amor com a mulher). Foto: William Gomes

    Da esquerda para a direita, no segundo quadro é possível ver a representação Sem título (Fazer muito amor com a mulher). Foto: William Gomes

    A curadora assistente do Inhotim, Cecília Rocha, explica que a presença desses trabalhos em um centro de arte contemporânea ajuda a ampliar a ideia do que é arte. “Temos o costume de definir arte a partir da tradição europeia. Desde o final da década de 1980 e o início dos anos 1990, alguns grandes museus têm feito tentativas de mostrar trabalhos de fora dos centros hegemônicos. O movimento de olhar para a produção indígena como fizemos aqui vem desse momento. A proposta, é contar uma outra história da arte, baseada em outros temas e formas de produzir”, reflete.

    Mitopoemas Yanomami

    Os desenhos criados por incentivo de Andujar também deram origem ao livro “Mitopoemas Yãnomam”, que pode ser visto na exposição. À medida que os indígenas finalizavam as imagens, a artista pedia que narrassem o que haviam criado. Com a ajuda do missionário Carlo Zacquini, que gravou e traduziu as descrições, ela organizou a publicação, que apresenta a mitologia e a visualidade Yanomami.

    Claudia Andujar no Inhotim

    Ao longo de 40 anos, a fotógrafa Claudia Andujar produziu um extenso arquivo de imagens sobre os Yanomami, povo indígena que vive na Amazônia brasileira, no estado de Roraima. As fotografias, feitas durante diversos períodos de convívio com os índios, são parte de uma ampla pesquisa artística e etnográfica desenvolvida por ela. No Inhotim estão expostas mais de 400 imagensl que revelam a aproximação da artista com os Yanomami e também seu ativismo, fundamental para a demarcação de terras indígenas em 1992.

    Claudia Andujar viveu entre os índios por cerca de 30 anos, tempo em que retratou seu ponto de vista diante da realidade da tribo Yanomami. Foto: William Gomes.

    Claudia Andujar viveu entre os índios por cerca de 30 anos, tempo em que retratou seu ponto de vista diante da realidade da tribo Yanomami. Foto: William Gomes.

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    15 de abril de 2016

    Redação Inhotim


    artebrumadinhocomunidadeeducaçãomeio ambiente

    Leitura: 6 min

    Um passeio pelo passado do Inhotim

    Um passeio pelo passado do Inhotim

    A rota amarela é a mais antiga do mapa do Inhotim, onde funcionava a sede da fazenda que deu origem ao Parque. Atualmente, o espaço onde era a antiga fazenda foi adaptado e hoje é usado para realização de eventos, com salas e escritórios. Ao redor, a árvore Tamboril – um dos 30 destaques botânicos do Instituto – se confunde com a história do próprio Inhotim. Acredita-se que o exemplar tenha sido plantado entre as décadas de 1930 e 1940, quando a região ainda era uma vila, representando assim um dos mais antigos do acervo. Caminhar pela rota amarela é uma chance de ter contato com o passado do Instituto.

    Preparamos uma lista de curiosidades que podem servir de inspiração para o seu próprio roteiro e para que você conheça um pouco melhor o Inhotim e toda sua trajetória.

    blog22

    1 – Rivane Neuenschwander – A casa branca que abriga a obra “Continente/Nuvem” é a mais antiga construção da fazenda, com cerca de 140 anos de existência. O lugar se tornou ainda mais especial por ter sido, durante um bom tempo, usado como espaço principal do Educativo do Inhotim. Lá, os encontros semanais aconteciam com os grupos de jovens integrantes do projeto. A obra da artista mineira é um exercício poético de ver desenhos nas nuvens, olhando para o teto da casa. A dica é visitar o espaço de manhã e depois voltar no fim da tarde para admirar as diferentes formas que aparecem em sintonia com o vento. Do lado de dentro, não deixe de reparar nas janelas emoldurando o bonito jardim plantado fora da galeria.

    2 – Galeria Mata – Foi a primeira construída no Inhotim. O espaço já abrigou várias exposições temporárias que deixaram marcas no espaço. A obra “Viewing Machine”, de Olafur Eliasson, e “Palindromo Incesto“, trabalho de Tunga que foi um dos primeiros a integrar a coleção do Instituto, “Seção Diagonal”, de Marcius Galan, e “Falha”, de Renata Lucas, já ficaram neste pavilhão. Atualmente, a galeria abriga a exposição temporária “Por aqui tudo é novo”, que coloca em evidência produções de artistas mais jovens da Coleção Inhotim, como Pablo Accineli, Erika Verzutti e Sara Ramo, ao mesmo tempo que reapresenta trabalhos como a instalação “Método para Arranque e Deslocamento“, de José Damasceno, anteriormente exposta na mesma galeria, em 2007.

    Vale a pena chegar perto e observar os detalhes das esculturas de John Ahearn e Rigoberto Torres, inspiradas em pessoas reais. Foto: William Gomes.

    Vale a pena chegar perto e observar os detalhes das esculturas de John Ahearn e Rigoberto Torres, inspiradas em pessoas reais. Foto: William Gomes.

    3- Abre a porta e Rodoviária de Brumadinho – Os artistas Rigoberto Torres e John Ahearn passaram cerca de três anos em residência no Inhotim, época em que desenvolveram uma série de trabalhos na comunidade de Brumadinho. As obras em exposição são painéis que conectam o Instituto ao contexto em que ele está inserido. Em “Abre a porta”, uma tradicional celebração é retratada: a procissão dos grupos locais de Congada e do Moçambique. O outro painel surgiu após a experiência dos artistas instalarem na rodoviária da cidade um ateliê como forma de entender e absorver a dinâmica do local. Com o tempo, perceberam que se tratava de um centro de convivência onde até mesmo apresentações de dança aconteciam. Após inspirarem-se em pessoas reais para elaborar as esculturas, surgiu a obra “Rodoviária de Brumadinho”. Todas as esculturas foram inspiradas em pessoas reais.

    Quer saber quais outras obras e destaques botânicos te esperam na rota amarela? Baixe o mapa e visite o Parque sem pressa!

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    12 de abril de 2016

    Redação Inhotim


    arteinhotimprogramação culturalvisita

    Leitura: 3 min

    Amigos do Inhotim tem dedução no Imposto de Renda

    Dúvidas frequentes

    O que é o benefício fiscal de incentivo à cultura?

    Pessoas físicas podem optar pela aplicação de parte de seu Imposto de Renda em projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, considerando os limites e condições estabelecidos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

    Que valor posso doar com o benefício do incetivo fiscal?

    O valor da doação deve respeitar o teto de 6% do total de imposto devido no ano. Para saber quanto você pode doar, utilize como referência o valor de imposto devido na declaração do ano anterior.

    Quem pode doar e deduzir do imposto de renda?

    Todo cidadão que realiza a declaração anual de Imposto de Renda e utiliza o formulário completo pode fazer a dedução do valor total de sua doação, respeitando-se o limite de 6% do imposto apurado no ano.

    Qual é o comprovante da doação realizada?

    A partir da confirmação do pagamento, o Instituto Inhotim emitirá o Recibo de Mecenato que será enviado por e-mail para o doador com as informações a serem utilizadas no momento de fazer o preenchimento da Declaração Anual de Imposto de Renda. O Recibo também é encaminhado para o Ministério da Cultura, que informa a doação para a Receita Federal.

    Como são aplicados os recursos das doações incentivadas dos Amigos do Inhotim?

    Parte significativa da manutenção do Inhotim, exposições, projetos educativos e programação cultural são viabilizados por meio do Plano Anual de Manutenção e Atividades, aprovado pelo Ministério da Cultural. É para essas ações que os recursos do programa são direcionados.

    Se tiver alguma dúvida no momento de preencher a Declaração Anual, há um guia passo-a- passo disponível em nosso site. 

    Você também pode entrar em contato por meio de nossos canais de atendimento: amigos@inhotim.org.br e 31-3571-9717.

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