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Invasão estrangeira no Inhotim

Invasão estrangeira no Inhotim

Desde que a Copa do Mundo desembarcou no Brasil, o Inhotim tem recebido uma profusão de estrangeiros, ávidos por boas lembranças do passeio. São rostos e sotaques de todas as partes do mundo, prontos para abrir um sorriso e gritar, orgulhosos, o nome de seu país de origem. Não é que receber visitantes internacionais seja coisa rara para o Instituto. Na verdade, cerca de 20% do público do parque vem de outros países, e, durante as duas primeiras semanas de competição, essa média já subiu para 60%.

“Sou professor de arte na Bélgica e conheci o Inhotim em um documentário que passou na maior rede de TV do país. Aproveitei que estou no Brasil por causa da Copa do Mundo para conhecer essa maravilha!”, conta Koen Verhaeghe, enquanto observa a escultura de 4 metros de altura do artista brasileiro Cildo Meireles. Batizada de Inmensa (1982-2002), a obra, estava no roteiro da visita panorâmica em inglês da qual o belga fez parte e que foi criada especialmente para esse fluxo de turistas trazidos pelo mundial.

De hermanos argentinos a paquistaneses e israelenses – que, diga-se de passagem, nem tiveram suas seleções entre as convocadas – o Instituto já recebeu mais de 20 nacionalidades diferentes. Os norte-americanos Lisa Christiansen e Ryan Samuelson descobriram o parque nas pesquisas que fizeram ainda em casa, antes de chegarem à América do Sul, há nove meses. “Quando vi as fotos do Inhotim na internet, percebi que deveria ver de perto este lugar”, ela revela.

Casal de norte-americanos que viaja pela América do Sul não deixou o Inhotim de fora do roteiro. Foto: Rossana Magri

As paisagens do Inhotim garantiram ao parque um lugar no roteiro do casal norte-americano. Foto: Rossana Magri

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