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  • 15 de maio de 2014

    Redação Inhotim


    arteeducaçãoinhotim escolaprogramação cultural

    Leitura: 2 min

    Marilá Dardot e Trabalho

    Marilá Dardot e Trabalho

    “Durante a Bolsa Pampulha, morávamos juntos na Rua Apodi, 69 eu, Sara Ramo, Matheus Rocha Pitta e, eventualmente, Rodrigo Matheus. Era julho ou agosto de 2003, e finalmente coincidíamos eu e Cinthia Marcelle em Belo Horizonte na época dos ipês. Era nossa chance de fazermos Irmãs, um trabalho há muito pensado por nós duas, que aguardava essa ocasião. Naqueles dias, Matheus estava viajando. Era domingo, e nos sentamos eu, Sara e Rodrigo para fazer as flores que seriam usadas para colorir o chão dos ipês com cores trocadas. Rodrigo queria testar uma câmera de segurança para seu trabalho, por isso a posicionamos em frente ao sofá. No meio do processo, começamos a refletir sobre a natureza de nosso trabalho, e me lembrei de uns papéis com antigos escritos didáticos que tinha comprado na feira do troca-troca do Rio, quando eu trabalhava para Rosângela Rennó. SOMOS ÚTEIS. ÚTEIS. NÓS TRABALHAMOS. PRECISAMOS PARA VIVER. Assim nasceu Selvagens Nocivos e o seu primeiro trabalho, o vídeo A cada dia

    Marilá Dardot, sobre sua relação com a palavra trabalho.

    Mineira de Belo Horizonte, a artista é uma das participantes do Seminário Espaço Trabalho e História, que acontece nos dia 23 e 24 de maio, no Museu Histórico Abílio Barreto. O evento e é gratuito e faz parte das atividades de 2014 do Inhotim Escola. Confira a programação completa do evento aqui.

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    08 de maio de 2014

    Redação Inhotim


    arteeducaçãoinhotim escolaprogramação cultural

    Leitura: 2 min

    Marcius Galan e Espaço

    Marcius Galan e Espaço

    “No meu trabalho, o espaço é um assunto recorrente e é tratado de maneiras muito distintas. Proponho exercícios que vão desde instalações onde a percepção do espectador é testada, às vezes desconstruindo a ideia de precisão nas representações do espaço (mapas, plantas arquitetônicas, etc..) e até em relações banais com os espaços de preenchimentos burocráticos do dia a dia. São escalas diferentes de atuação, mas tratados com a mesma intensidade.”

    Marcius Galan, sobre sua relação com a palavra espaço.

    O artista, que possui duas obras em exibição no Inhotim, é um dos participantes do Seminário Espaço Trabalho e História. O evento acontece nos dia 23 e 24 de maio, no Museu Histórico Abílio Barreto e é gratuito. Veja a programação completa aqui.

    Conheça um pouco mais sobre Marcius Galan e seu trabalho nos vídeos a seguir:

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    30 de abril de 2014

    Redação Inhotim


    arteeducaçãoinhotim escolaprogramação cultural

    Leitura: 9 min

    Seminário Espaço, Trabalho e História

    Discutir questões contemporâneas e suas conexões com o universo do Inhotim. Essa é a proposta do Seminário Espaço, Trabalho e História, que o Inhotim Escola realiza nos dias 23 e 24 de maio, em Belo Horizonte. Durante o evento, três mesas redondas reúnem artistas, pensadores e três importantes nomes do acervo do Instituto: Adriana Varejão, Marilá Dardot e Marcius Galan.

    “Nossa ideia é promover um espaço criativo de debate sobre algumas questões que parecem centrais para a arte contemporânea, o foco de trabalho do Inhotim, mas também para o nosso tempo, de um modo geral. O seminário não tem enfoque acadêmico ou estritamente teórico, queremos com ele trazer abordagens subjetivas, sensíveis, mas também críticas, que partam do campo de trabalho e de atuação de cada um”, explica a curadora Júlia Rebouças, responsável pelo programa.

    As mesas serão compostas por três convidados cada, sendo um teórico, um artista da coleção do Instituto e um artista de outra disciplina e mediadas pelos curadores Júlia Rebouças e Rodrigo Moura, diretor de arte e programas culturais do Inhotim. O evento dá continuidade ao seminário Natureza, Tempo e Poesia, realizado no lançamento do Inhotim Escola em 2013. Confira a programação completa:

    Mesa Espaço

    23 de maio, às 19h30

    Mediação: Júlia Rebouças

    Convidados:

    Marcius Galan formou-se em Educação Artística pela FAAP e manteve residências na Cité des Arts, em Paris, e no Art Institute de Chicago. Venceu o prêmio Pipa, em 2012, que o levou ao Programa de Residências Gasworks. Possui duas obras em exposição no Inhotim: Seção Diagonal (2008) e Imóvel/Instável (2011), que criam diálogos sobre a escultura, a ilusão e a percepção do espaço.

    Seção Diagonal

    “Seção Diagonal” (2008), de Marcius Galan, em exibição na Galeria Mata. Foto: Pedro Motta

    Fernando de Mello Franco é professor e doutor em arquitetura pela USP. Foi membro do grupo curador das bienais de arquitetura de Roterdã e Veneza e é Secretário de Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo. Na mesa, ele fala sobre a cidade como espaço urbano e seus desafios.

    Grace Passô é atriz, diretora e dramaturga. Foi uma das fundadoras do mineiro Grupo Espanca!, em 2004. Atualmente dirige o espetáculo “O Contrato”, encenado pelas atrizes Yara de Novaes e Débora Falabella, do Grupo 3. No Seminário, Grace fala sobre o corpo no espaço e seu lugar na cena.

    Mesa Trabalho

    24 de maio, às 10h30

    Mediação: Rodrigo Moura

    Convidados:

    Marilá Dardot é mineira de Belo Horizonte. Formada em Comunicação Social na UFMG, é mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ. A Origem da Obra de Arte (2002), em caráter permanente no Inhotim, propõe uma reflexão acerca da construção das obras de arte. No Inhotim Escola, a artista aborda essas e outras questões que evolvem seu trabalho, como as técnicas e ferramentas usadas para criá-lo.

    "A Origem da Obra de Arte" (2002), de Marilá Dardot. Foto: Pedro Motta

    “A Origem da Obra de Arte” (2002), de Marilá Dardot. Foto: Pedro Motta

    Peter Pál Pelbart é filósofo, ensaísta e professor. Nasceu em Budapeste, nas Hungria, mas vive na cidade de São Paulo, onde coordena a Companhia Teatral Ueinzz, formada por pacientes psiquiátricos do hospital-dia A Casa. Estudioso da obra de Gilles Deleuze, ele ajuda a discutir o papel do trabalho na sociedade.

    Francisco Alvim é poeta e diplomata. Começou a escrever ainda na adolescência, por influência de sua irmã, a poetisa Maria Ângela Alvim. Lançou seu primeiro livro, Sol dos Cegos, em 1968. Após um período em Paris atuando na Unesco, Alvim retornou ao Brasil e passou a integrar o  grupo literário Frenesi, atuante na poesia marginal dos anos 1970. No evento, ele fala do trabalho de escritor e do ofício da escrita.

    Mesa História

    24 de maio, às 14h30

    Mediação: Júlia Rebouças

    Convidados:

    Adriana Varejão é carioca e elegeu a pintura como principal suporte de sua produção. Realizou sua primeira exposição em 1988, na Galeria Thomas Cohn, no Rio de Janeiro. Nos trabalhos reunidos no Inhotim, é possível acompanhar a diversidade de interesses de sua obra e a variedade de fontes de sua pesquisa. Por meio de pinturas, esculturas e instalações, a artista vem discutindo a história brasileira, sobretudo a formação de seu povo.

    "Celacanto Provoca Maremoto" (2004-2008), de Adriana Varejão. Foto: Ricardo Mallaco

    “Celacanto Provoca Maremoto” (2004-2008), de Adriana Varejão. Foto: Ricardo Mallaco

    Norma Côrtes é historiadora formada pela PUC Rio, com pós-doutorado em História da Cultura na USP. É professora da UFRJ, no campo da História Social e da Cultura, que investiga, entre outros, a forma como são compreendidos os fenômenos históricos. Na mesa, ela ajuda a fazer um contraponto entre as narrativas hegemônicas e marginalizadas dos acontecimentos do passado.

    Eduardo Moreira nasceu no Rio de Janeiro, mas mudou-se para Belo Horizonte aos 13 anos. É dramaturgo e fundador do Grupo Galpão, e participou de todas as montagens da trupe como ator. No cinema, atuou em produções nacionais, como O Ano que meus Pais saíram de férias (2006) e Batismo de Sangue (2007). No Inhotim Escola, ele fala da história como “estória” e suas narrativas fictícias.

    Programe-se

    Inhotim Escola apresenta o Seminário Espaço, Trabalho e História

    Data e hora: 23 de maio, mesa às 19h30; 24 de maio, mesas às 10h30 e 14h30

    Local: Auditório do Museu Histórico Abílio Barreto – Avenida Prudente de Morais, 202, bairro Cidade Jardim

    Entrada: gratuita, por ordem de chegada. A capacidade do teatro é de 100 pessoas.

    Atualização: Devido ao mau tempo na cidade do Rio de Janeiro nesta manhã, a artista Adriana Varejão e a historiadora Norma Côrtes não conseguiram embarcar para Belo Horizonte. Assim, a mesa prevista para esta tarde no Seminário Espaço, Trabalho e História, do Inhotim Escola, foi cancelada. Uma nova data será divulgada no site e nas mídias sociais do Inhotim em breve. 

     

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    09 de abril de 2014

    Redação Inhotim


    designparceria

    Leitura: 2 min

    Inhotim + Osklen

    Inhotim + Osklen

    Inhotim é um lugar inspirador. É um destino único, onde natureza, arte e arquitetura convivem em total sintonia. Jardins, mata nativa, galerias e obras externas têm o poder de fazer refletir. O olhar, desconfiado, seduzido, inquieto, se encanta – ou se espanta – a cada curva do caminho. Aliás, caminhar pelo parque é um convite a perceber o mundo.

    Foi esse universo de significados e possibilidades que encantou Oskar Metsavaht, diretor criativo da Osklen. Em uma parceria inédita com o Inhotim, ele e sua equipe passaram uma semana de imersão no Instituto, criando e registrando a coleção de verão 2015 da marca carioca. “Inhotim é uma experiência singular. Imperdível. A mim, a vontade de expressar essa experiência, me levou a fotografar e filmar a forma como sinto e percebo esse lugar”, revela.

    O resultado desse projeto inovador vai além de destacar a beleza do parque e tem impacto em sua sustentabilidade econômica. Isso porque parte do valor dos produtos da linha Osklen Inhotim, será destinado à manutenção do Instituto. As peças chegam às lojas em setembro e algumas também serão vendidas no Inhotim.

    Confira abaixo o depoimento de Oskar Metsavaht sobre essa novidade:

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    01 de abril de 2014

    Redação Inhotim


    artebotânicabrumadinhoeducaçãohistória

    Leitura: 2 min

    Utopia realizada

    Utopia realizada

    “Criado de maneira intuitiva, o Inhotim não foi preconcebido e não houve um planejamento sistemático. Com o passar do tempo, fui percebendo que tudo que estava sendo formado transcendia a posse individual. Havia um valor como conjunto de acervo botânico e de arte que deveria se tornar um patrimônio acessível a todas as pessoas.

    Inhotim tem ganhado contornos reais de um novo modelo de vida, daquilo que vislumbramos como a vida pós-contemporânea. O contato com a cultura, com a natureza, com as manifestações artísticas e com a beleza desperta a curiosidade das pessoas e, assim, elas se sentem estimuladas a aprender cada vez mais e a ser melhores no presente e no futuro. Inhotim é um paradigma no mundo, não existe nada igual.

    Mas se isso tudo pode parecer utopia, eu escutei do crítico de arte Hans Ulrich Obrist quando esteve no parque: ‘Isto aqui é a utopia realizada’.”

    Quer conhecer um pouco mais sobre a filosofia do idealizador do Inhotim? Então assista à palestra que Bernardo Paz fez na  Oasis Summit, em Los Angeles/EUA.

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