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  • 18 de maio de 2015

    Redação Inhotim


    arteprogramação cultural

    Leitura: 3 min

    Conversas sobre arte contemporânea

    Conversas sobre arte contemporânea

    Quem adora arte não pode perder amanhã, 19 de maio, às 20h, a conversa entre o artista Marcius Galan, o crítico de arte Thiago Mesquita e o curador e diretor artístico do Inhotim, Rodrigo Moura. O encontro tem como ponto de partida a exposição “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”, em exibição até 31 de maio, no Itaú Cultural, em São Paulo. Com entrada gratuita, a mesa será mediada pela curadora de programas públicos do Instituto, Morgana Rissinger, e exibida ao vivo pelo site do Itaú Cultural.

    Sobre os convidados
    Marcius Galan é um dos artistas que integra a mostra “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” e possui duas obras em exibição no Instituto, em Brumadinho, atualmente. Em seu trabalho, o tema espaço é assunto recorrente e envolve muitas vezes a percepção do espectador.

    Thiago Mesquita é crítico de arte e tem passagens por veículos como Folha de S. Paulo e +Soma. É professor em universidades e instituições culturais, além de organizar exposições e publicações no campo da arte contemporânea brasileira.

    Rodrigo Moura é diretor artístico e curador do Inhotim, onde trabalha desde 2004. Exerceu importante papel na aquisição de obras fundamentais da coleção, incluindo obras de Ernesto Neto, Jorge Macchi e Rivane Neuenschwander. Também atua como crítico de arte e editor.

    Sobre a exposição
    “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” é a primeira mostra itinerante do Instituto e apresenta obras nunca antes exibidas no parque. A exposição toma como ponto de partida um momento histórico em que a arte deixa de se resumir a objetos para existir de maneira mais aberta para o mundo. Nesse contexto, elementos do cotidiano, do espaço real, da política e do corpo são incorporados e o espectador se transforma em participante. 50 obras de 29 artistas, nacionais e internacionais, compõem a exibição, que já esteve em exibição na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte.

    SERVIÇO:
    Conversas sobre arte contemporânea: Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim
    Quando: 19 de maio (terça-feira), às 19h30
    Onde: Sala Vermelha do Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô, São Paulo/SP)
    Entrada gratuita (com distribuição de ingresso 30 minutos antes). 70 vagas.

    Transmissão ao vivo pelo site do Itaú Cultural
    Tradução simultânea na plateia em Libras

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    08 de maio de 2015

    Redação Inhotim


    artemúsicavisita

    Leitura: 5 min

    As mais tocadas do Inhotim

    As mais tocadas do Inhotim

    Muitos trabalhos em exibição no Inhotim utilizam a música como componente para envolver o visitante. De trilhas sonoras especialmente criadas a sucessos do jazz, descubra quais são as mais tocadas do Instituto:

    “Spem in Alium nunquam”, de Thomas Tallis

    Provavelmente você nunca ouviu falar dessa música, mas ela ficou conhecida por meio do trabalho Forty Part Motet (2001), da artista canadense Janet Cardiff. Organizados em grupos de cinco, 40 autofalantes reproduzem a composição do século 16 interpretada pelo coral da Catedral de Salisbury, na Inglaterra. Do centro da sala é possível perceber como as diferentes vozes vão compondo um som único. O efeito foi conseguido porque a artista utilizou um microfone para cada voz, reproduzida individualmente em uma caixa de som. Apesar de apresentar notas bem agudas, saiba que apenas homens e garotos compõem o coro. Andar pela sala vai ajudar você a perceber todas as frequências da música.

    “War Heroes”, de Jimi Hendrix

    Desbravar as Cosmococas de Hélio Oiticica e Neville D’Almeida é uma experiência sensorial completa. Salas com almofadas, balões e até uma piscina gelada fazem parte da proposta dos artistas. Para embalar o público nessa viagem, o repertório vai do canto lírico da peruana Yma Sumac à aleatoriedade das partituras vanguardistas de John Cage. Em Cosmococa 5 Hendrix War (1973), por exemplo, você pode escutar as guitarras distorcidas de Jimi Hendrix no álbum póstumo “War Heroes” relaxando em uma rede colorida.

    Cosmococa 5 Hendrix War (1973), de Hélio Oiticia e Neville D'Almeida. Foto: Ricardo Mallaco

    Cosmococa 5 Hendrix War (1973), de Hélio Oiticia e Neville D’Almeida. Foto: Ricardo Mallaco

    “The look of love”, por Dusty Springfield

    É difícil conter a surpresa ao entrar na instalação Folly (2005-2009), de Valeska Soares. Se por fora a estrutura lembra um pequeno coreto, por dentro sua arquitetura se multiplica em um enorme salão de baile, reflexo dos espelhos nas paredes internas. Na pista de dança, dois bailarinos dançam solitários ao som de “The look of love”, na versão romântica de Dusty Springfield. Como a sala é bem escura, vale até arriscar alguns passos sem medo de errar.

    "Folly" (2009), de Valeska Soares. Foto: Daniela Paoliello

    “Folly” (2009), de Valeska Soares. Foto: Daniela Paoliello

    “Night and Day”, por Frank Sinatra

    No coração da Galeria Psicoativa Tunga está Ão (1980), uma instalação que mistura filme e música. Ao som de um fragmento do standard de jazz “Night and Day”, interpretado por Frank Sinatra, um túnel projetado na parede leva o visitante para dentro de uma curva sem fim. Nesse pavilhão ainda dá para escutar “Tereza”, de Arnaldo Antunes, composta especialmente para a obra homônima; “Que c’est triste Venise”, tema clássico de Charles Aznavou, que remete à cidade de Veneza, onde Tunga realizou a performance Debaixo do meu chapéu, em 1995; e “Zenon Zenon”, de Jorge Ben Jor, que dialoga com o trabalho Inside Out, Upside Down (1995) ao entoar “o que está embaixo é igual ao que está no alto, que é igual ao que está embaixo”.

    Ão (1980), de Tunga. Reprodução da projeção

    Ão (1980), de Tunga. Reprodução da projeção

    E você, se lembra de alguma outra música marcante na trilha sonora do Inhotim? Conte para a gente aqui!

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    14 de abril de 2015

    Redação Inhotim


    educaçãovisita

    Leitura: 2 min

    Inhotim, um ambiente educador

    Inhotim, um ambiente educador

    Com a proposta de ampliar o acesso dos profissionais da educação formal aos acervos do Instituto, a partir de hoje, 14/04, educadores terão meia entrada garantida no Inhotim. Para  usufruir do benefício, o professor deve apresentar, no ato da aquisição da entrada, um comprovante de vínculo empregatício com alguma instituição formal de ensino, como crachá ou contracheque.

    Muito além de um ambiente de contemplação da natureza e de exposição de um importante acervo artístico, o Instituto é também uma referência em desenvolvimento de projetos educativos. Desde 2006, quando passou a receber visitação livre, o  Inhotim desenvolve programas que seguem ampliando as fronteiras do conhecimento de estudantes e professores e ainda incentiva novas possibilidades de aprendizado, tendo a arte e a botânica como pano de fundo.

    Por meio de parcerias com secretarias municipais e a Secretaria Estadual de Educação é que programas importantes como Descentralizando o Acesso, Derivar e recebimento do Escola Integrada, da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, acontecem. Eles oferecem ao educador a oportunidade de ampliar o conhecimento e desdobrar conceitos da contemporaneidade na sala de aula, em atividades interdisciplinares ou em visitas às galerias e jardins do Inhotim.

    Para a Gerente de Educação do Instituto, Maria Eugenia Salcedo, essa relação com o professor para a construção coletiva da educação não é uma novidade no Inhotim. “Aqui, temos o educador como um parceiro, em uma atitude já consolidada de construir, juntos, novas possibilidades de conhecimento”, avalia. “O Inhotim dialoga com os agentes que fazem parte da ponta do processo educacional, que é a escola. Isso resulta em uma relação de parceria entre o Instituto e o educador”, acrescenta.

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    01 de abril de 2015

    Redação Inhotim


    arteexposiçãoinauguração

    Leitura: 5 min

    Inhotim na Avenida Paulista

    Inhotim na Avenida Paulista

    2 de abril de 2015 poderia ser um dia como outro qualquer na maior metrópole brasileira. Mas, hoje, São Paulo acorda diferente. A inauguração da mostra “Do Objeto para o Mundo”, realizada em parceria com o Itaú Cultural, marca a primeira vez em que a coleção do Inhotim, formada ao longo dos últimos dez anos, é exibida fora de Minas Gerais, sua sede. Em exibição até 31 de maio, a exposição levou mais de 50 mil visitantes ao Palácio das Artes e ao Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, no centro de Belo Horizonte, antes de desembarcar na capital paulista.

    O conjunto de 29 artistas de diversas gerações e partes do mundo que compõe o percurso expositivo convida a uma reflexão sobre o desenvolvimento da arte contemporânea. O movimento neoconcreto da década de 1950 é o ponto de partida para essa viagem, que revela como questões e práticas adotadas na época, por nomes como Hélio Oiticica, Lygia Clark e Lygia Pape, transpõem as barreiras do tempo e se vêem presentes em trabalhos recentes de Gabriel Sierra, José Dávila e Juan Araujo.

    Foto: Arquivo Inhotim

    Foto: Arquivo Inhotim

    “Do Objeto para o Mundo” reúne obras que tensionam as fronteiras entre arte e vida. Na mostra, os objetos de arte desmaterializam-se ou aproximam-se da experiência cotidiana e de mundo do espectador. Quem já experimentou essa transformação caminhando pelos jardins do Inhotim, agora tem a chance de perceber, em um contexto totalmente diverso, os impulsos que levaram a essa arte mais espacial. O curador da exposição, Rodrigo Moura, exemplifica: “Os relevos espaciais foram, possivelmente, o primeiro passo de Oiticica em direção à arte ambiental. Para chegar ao Magic Square, primeiro o artista teve que tirar o quadro da parede e criar um objeto que não tem frente nem verso, que tem frestas e quinas. A partir daí, a pintura foi se transformando até virar um espaço público, uma praça”.

    O recorte exibido em São Paulo introduz três obras que não participaram da temporada em Belo Horizonte: a instalação Límite de una proyeccíon I (1967), do argentino David Lamelas, a projeção U.S.A. Freestyle Disco Contest (1979/2003), do americano Michael Smith e o filme 0314 (2002), do mineiro Marcellvs L. A obra Seção Diagonal, de Marcius Galan, sucesso de visitação no Inhotim desde 2010, agora também está instalada no espaço.

    Alguns cartões postais da cidade também recebem trabalhos. Os relógios que compõem a obra Um dia como outro qualquer (2008), de Rivane Neuenschwander, sempre registram zero hora e zero minuto, e foram posicionados em locais inusitados de espaços como o Auditório Ibirapuera, o MAM-SP, o MASP e a Pinacoteca.

    PROGRAMAÇÃO DE ABERTURA

    Os artistas David Lamelas e Michael Smith participam de conversas de abertura, no dia 2/04, às 20h, no Itaú Cultural. A entrada é gratuita, sujeita à lotação da sala (80 lugares). Se não puder comparecer, não se preocupe: o evento será transmitido ao vivo por este link.

    Visite o hotsite doobjetoparaomundo.org.br e saiba mais sobre a exposição. Assista ao vídeo da montagem em Belo Horizonte, com depoimentos dos curadores do Inhotim:

    EXPOSIÇÃO
    Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim
    Quando: de 2 de abril a 31 de maio de 2015. Terça a sexta, das 9h às 20h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h.
    Onde: Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP)

    Entrada gratuita.
    Indicado para todas as idades.
    doobjetoparaomundo.org.br

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    17 de março de 2015

    Redação Inhotim


    gastronomiatamboril

    Leitura: 2 min

    Gastronomia do Inhotim na Restaurant Week

    Gastronomia do Inhotim na Restaurant Week

    Muita natureza, a possibilidade de interagir com importantes obras de arte contemporânea, explorar trilhas, texturas, cores e ainda degustar de uma culinária que acompanha tendências do Brasil e do mundo. Tudo isso faz parte do roteiro para se conhecer o Inhotim por inteiro.

    Para aproveitar tudo isso, quem visitar o parque entre os dias 17 de março e 5 de abril, poderá participar de um dos principais festivais gastronômicos do mundo, a Restaurant Week. O cardápio criado especialmente para a ocasião valoriza elementos regionais, como couve e moranga.

    A Restaurant Week foi criada na década de 1990 em Nova York, chegou ao Brasil em 2007 e até hoje move multidões em mais de 15 cidades brasileiras, como Belo Horizonte, São Paulo, Campinas, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro entre outras. O evento também é sucesso em Nova York, Los Angeles e Lisboa.

    Confira abaixo as opções do cardápio do Restaurante Tamboril do Inhotim neste festival:

    Entrada:
    * Creme de moranga com carne de sol (servido na mini moranga e acompanhado de croutons) ou
    * Salada Inhotim (folhas com frutas brasileiras e molho de mostarda e mel).

    Prato principal:
    * Salmão (acompanha pera ao molho de maracujá), ou
    * Pato na couve (acompanha risoto negro, ervilha torta e brócolis).

    Sobremesa:
    * Espique de morango com baba de moça, ou
    * Panna Cotta com calda de laranja.

    Bebida:
    * Suco Natural Tamboril (Beterraba, Cenoura e Laranja.)
    O valor do menu por pessoa é de R$ 37,90. Faça sua reserva pelo site do festival.

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