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  • 21 de julho de 2016

    Redação Inhotim


    amigos do inhotimcampanhadia do amigo

    Leitura: 4 min

    #coisadeamigo: campanha Dia do Amigo

    Em comemoração ao Dia do Amigo (20 de julho), o Instituto Inhotim realiza a campanha #COISADEAMIGO para agradecer aos atuais apoiadores e divulgar o Programa Amigos do Inhotim com o objetivo de conquistar novas adesões.  Amigos do Inhotim é um programa de apoio individual para manutenção da estrutura e projetos do Instituto e, quem colabora, recebe como agradecimento vários benefícios como cortesias, descontos exclusivos e convites para eventos.

    Excepcionalmente nesta semana, de quinta-feira até domingo, todos os visitantes do Parque poderão viver um pouco da experiência que os Amigos do Inhotim usufruem sempre. Esta é a campanha #COISADEAMIGO.

    Para o coordenador de marketing do Instituto, Fabrício Santos, buscar alternativas para sustentabilidade é um desafio comum às instituições culturais brasileiras. “O apoio de doadores individuais, como é frequente em outros países, é um dos caminhos promissores que temos encontrado no Inhotim”, afirma Santos.

    No sábado, 23 de julho, 25 Amigos do Inhotim já foram convidados para participar de uma visita mediada especial com a curadora do Instituto, Marta Mestre, na Galeria Psicoativa Tunga.


    Leia abaixo outras ações que acontecem no período:

    Presentear é #COISADEAMIGO
    Quem aderir ao programa nesses quatro dias, ganhará um monóculo para explorar novos olhares do Parque. Aqueles que já são Amigos, também serão presenteados com essa lembrança durante a visita.

    monoculo_1

    Carona é #COISADEAMIGO
    Um carrinho vai circular pela área de visitação e dar carona para quatro pessoas. No trajeto, um funcionário do Instituto conversa sobre o Programa. Quem se tornar Amigo, tem direito a transporte interno gratuito durante o dia.

    Desconto é #COISADEAMIGO
    Os Amigos do Inhotim, que já têm descontos na alimentação no Inhotim, poderão estender este benefício para até quatro amigos durante o almoço no Restaurante Tamboril, que terá ainda produtos selecionados com descontos maiores para os integrantes do Programa.

    Compartilhar momentos é #COISADEAMIGO
    Todos os visitantes vão ganhar, junto com o mapa, uma pequena moldura de fotos para eternizar a experiência registrada no Inhotim. A imagem pode ser postada nas redes sociais com a #COISADEAMIGO e ser compartilhada pelo perfil do Inhotim.

    coisadeamigo_2

    Agradecer É #COISADEAMIGO
    Os Amigos do Inhotim receberão uma comunicação especial por e-mail com um agradecimento pelo apoio e o convite para visitarem o Inhotim durante a semana.

    Para aderir ao programa, basta acessar o site inhotim.org.br/apoie e escolher uma das sete categorias (Individual; Jovem até 25 anos; Idoso acima de 60 anos; Família; Benfeitor; Benfeitor Master; Patrono). Dependendo de cada categoria, o Amigo do Inhotim tem desconto em todos os serviços do Instituto e também em pousadas e hotéis parceiros. Além disso, quem adere ao programa recebe conteúdos especiais sobre o Instituto em primeira mão. As doações vão de R$ 140,00 a R$ 10.000,00.

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    18 de julho de 2016

    Redação Inhotim


    Leitura: 7 min

    Ganância e poder são tema de trabalho de Christiane Jatahy no Inhotim

    Ganância e poder são tema de trabalho de Christiane Jatahy no Inhotim

    O Espaço Igrejinha, localizado no eixo laranja de visitação do Parque, vai receber nesta quarta-feira “#aflorestaqueanda.doc”, trabalho da diretora brasileira Christiane Jatahy. A montagem foi inspirada em um texto de Shakespeare, “Macbeth”, e chega ao Inhotim em uma versão inédita.  Em entrevista para o Blog do Inhotim, Jatahy falou sobre o que a inspirou a desenvolver o que ela própria define como um “trabalho político”, por ter a ganância e o poder como temas principais de sua narrativa.

    -Como você define “A floresta que anda”?

    Eu definiria que é uma videoinstalação com performance. São quatro documentários com quatro personagens. O ponto em comum entre elas é que todas tiveram acontecimentos que têm a ver com o sistema politico do mundo que influenciaram diretamente na vida delas. São documentários bastante cinematográficos , clássicos, porque é como se a gente tivesse olhando através do olho delas. Essas quatro cenas ficam simultâneas. O visitante vai mudando de lugar pra ver cada uma delas. Paralelo a isso, eu fico com uma câmera sentada do lado de fora e duas coisas acontecem: uma é que a gente tem dois atores que recebem uma série de histórias que eu coletei pelo mundo e eles são gravados ao vivo contando como se as histórias fossem deles. Isso mistura realidade com ficção, porque eles contam histórias de outros, mas estão atuando nessas histórias. Fora isso, eu dou espaço para o próprio público contar histórias que tenham a ver com esse conteúdo. Ele vai ser filmado e projetado ao mesmo tempo nos telões, fazendo uma grande mistura.

    – De que forma Macbeth, o texto de Shakespeare, influenciou o seu trabalho?

    “Macbeth” é o início desse trabalho. Esse texto conta a história de um homem que escuta vozes das bruxas profetizando que ele seria agraciado com um cargo de confiança do rei e, mais tarde, chegaria a receber a coroa. Quando a primeira parte da premonição é cumprida e Macbeth sobe para um alto cargo da hierarquia, ele acredita fielmente nos dizeres das bruxas e pensa em um plano para usurpar o poder completamente. É uma história de ganância e ambição, sobre alguém que deseja manter o poder a qualquer custo. A inspiração é porque eu vejo esse personagem presente em vários lugares. É um sistema em que a ganância é capaz de atropelar a vista das pessoas de uma maneira irremediável.  A minha questão não é apontar essas pessoas, mas é pensar sobre como é esse sistema que precisa ser transformado, porque não é mais possível viver com tamanha desigualdade.

    – De onde surgiu o nome “A Floresta que Anda”?

    É uma ideia que tem a ver com o texto do Macbeth porque, nesta narrativa, depois que ele faz tudo para se manter no poder, ele volta às bruxas para perguntar a elas se ele tem possibilidade de perder o poder. Elas respondem que ele só vai perder quando a floresta andar. Então ele fica tranquilo, porque pensa que isso é algo impossível de acontecer.  Mais tarde, ele é atacado pelo exército e uma das estratégias do grupo era segurar troncos e galhos para se camuflarem na floresta a medida que avançavam. Esse cenário, visto de longe, parecia um bosque em movimento. Uma floresta andando. É uma metáfora que diz que quem vai mudar alguma coisa é o coletivo. Todas as pessoas que estão participando do meu trabalho simbolizam essa floresta.

    – Como foram feitas essas entrevistas que aparecem nas telas?

    Alguns foram pesquisas que a gente fez pra encontrar pessoas dentro do perfil. Temos um jovem da Republica do Congo por exemplo, que a gente encontrou porque fiz um projeto anterior no qual eram feitas essas entrevistas e acabei conhecendo ele. Voltei a ele nesse trabalho porque a historia dele é realmente muito impressionante.  O pai dele era contrário ao governo, que vivia uma ditadura.  Ele era um jovem de 22 anos estudante quando o governo entrou na casa dele, matou o pai, estuprou a mãe e prendeu ele durante dois anos e torturou até ele ser retirado pela cruz vermelha e ser deportado, virando refugiado. Uma pessoa que nem estava diretamente relacionada a questões politicas, mas que o sistema acaba destruindo.  Outra pessoa é a sobrinha do Amarildo, caso ícone do RJ, e foi uma disputa de poder da polícia dentro da favela. Ela traz todo esse depoimento como parte da família. Outro é o Igor, que faz parte das 23 pessoas que sofrem processo político por participar das manifestações de 2013. Por ter ido ao ato politico ficou preso 7 meses no presídio Bangu 1. Isso acontece porque a Justiça no Brasil funciona para alguns, não pra todos. A quarta é um rapaz de Brasília que traz um depoimento que tem a ver com o Movimento dos Sem Terra.

    -O que significa para você ter esse trabalho no Inhotim?

    É uma felicidade. Primeiro porque eu acho o projeto do Inhotim, o que ele resulta e a experiência transversal de arte e natureza, muito incríveis. Na primeira vez que estive no Inhotim, eu tive uma epifania.  Fiquei tomada por este lugar. Apresentar esse trabalho no Inhotim é lindo porque é ir em direção a um lugar que me atravessou profundamente como público. Estar como artista é uma honra. Eu tenho um lugar muito claro e reconhecido no teatro e, nessa relação do teatro com cinema, o trabalho com “A floresta…” atravessa mais uma fronteira em direção às artes plásticas. Estar em um lugar em que o público vai olhar dessa maneira um trabalho que eu estou fazendo, que é diferente de realiza-lo dentro de um espaço cênico, é dar um outro sentido para o meu trabalho.

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    01 de julho de 2016

    Redação Inhotim


    artebotânicaeducaçãoinhotimprogramação cultural

    Leitura: 5 min

    Aprendendo divertidamente – Colônia de Férias Pequenos Propositores

    Aprendendo divertidamente – Colônia de Férias Pequenos Propositores

    Com muita alegria e diversão, a Colônia de Férias Pequenos Propositores propõe atividades em período integral para crianças de 6 a 11 anos a partir do dia 16 de julho. O grupo será convidado a experimentar diversas possibilidades de visitação, de forma lúdica, percebendo que, para conhecer o Inhotim, é preciso olhar de longe e olhar de perto, dialogando corporalmente, descobrindo novas formas de sentir os acervos artístico e botânico a partir de temáticas transversais.

    Enquanto os responsáveis visitam Inhotim, as crianças, acompanhadas pelos educadores do Instituto, realizam uma visita que inclui atividades práticas, tendo como objetivo produzir diferentes significados sobre os acervos artístico, botânico e histórico-cultural do Instituto. A Colônia pretende construir estratégias pedagógicas não formais para a promoção da autonomia e o exercício da criatividade a partir de conceitos em educação ambiental, arte contemporânea, memória e patrimônio e através do aprendizado coletivo.

    Na parte da manhã, as crianças participantes da Colônia são convidadas a conhecer os acervos botânico, artístico e histórico-cultural do Inhotim a partir do laboratório de bolso, uma das principais ferramentas para ativar a mediação da visita.  Os materiais inseridos na bolsa são práticos e propositivos e a escolha destes está relacionada à experimentação e apropriação de jardins e galerias, fazendo com que o grupo saiba mais sobre a história do Instituto, de forma divertida. Nesse momento, as crianças experimentam diversas possibilidades de visitação, tendo cada dia um tema diferente como foco.

    Na parte da tarde, a partir das experiências de visitação, as crianças são instigadas a propor experimentações a partir de atividades práticas com educadores do Instituto, colocando em ação o que aprenderam e relacionando o que foi visto no período da manhã de maneira lúdica e livre.

    Confira a programação:

    Quinta-feira: Brincando com a Diversidade
    Muitas pessoas dizem que o Inhotim é um mundo a parte, mas na verdade ele é um pouquinho de cada canto do mundo, expresso em seu acervo artístico, histórico-cultural e botânico. Convidamos as crianças a descobrirem e se encantarem com a diversidade presente nos acervos, através de jogos, brincadeiras e muita diversão!

    Sexta-feira: Descobrindo a Natureza
    Em um dia de muita aventura e descobertas, os pequenos serão incentivados, a partir do exercício da criatividade, a desbravar a natureza do Inhotim: presente nos jardins e na arte além de refletir sobre a temática ambiental.

    Sábado: Explorando os Sentidos
    As crianças serão convidadas, a partir dos acervos do Instituto, a inventar novas maneiras de sentir, aproximando o mundo que já conhecem com este novo território: o Inhotim. E a partir destas descobertas, vão criar, experimentar e o mais importante: brincar muito!

    Domingo: Investigando o Tempo
    Como explicar a uma criança sobre o tempo? O tempo das plantas e de cada ser vivo pode ser compreendido de diversas maneiras. A atividade propõe buscar perguntas e respostas sobre o tempo livremente, transitando entre arte e meio ambiente nos espaços do Inhotim.

    Quando: 16 a 31 de julho; sempre de quinta a domingo
    Faixa etária: 6 a 8 anos (grupo 1); 09 a 11 anos (grupo 2)
    Horário: 9h30 às 16h
    Local de encontro: acolhimento dos grupos na Recepção
    Inscrições: 3571-9796 / 3571-9783 / 99737-6366 // escolas@oturi.com.br
    Valor: R$ 170,00 – para uma criança e um dia
    R$ 300,00 – para irmãos e para dois dias
    Incluem: entrada no Inhotim, lanche de boas-vindas, almoço e lanche da tarde

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    08 de junho de 2016

    Redação Inhotim


    Leitura: 5 min

    O universo particular das plantas epífitas no Inhotim  

    O universo particular das plantas epífitas no Inhotim  

    Entrar em um lugar onde cerca de 2.500 plantas de várias partes do mundo convivem em harmonia é sentir o cheiro, as cores e a força da natureza. No epifitário do Inhotim, é possível ver por todos os lados espécies como orquídeas, bromélias, cactos tropicais e samambaias epífitas crescendo aos cuidados dos profissionais da botânica. O espaço é dedicado a conservação de espécies de resgate e de manutenção do acervo botânico do Instituto e estará especialmente aberto aos visitantes nesta quinta-feira (9), em comemoração à semana do meio-ambiente.

    As plantas epífitas são aquelas que precisam de outras para suporte, como o tronco de uma árvore . O epifitário do Inhotim guarda exemplares que vieram de várias partes do Brasil e do mundo. De acordo com o engenheiro agrônomo  do Instituto Juliano Borin, há espécies que foram compradas e outras que foram resgatadas, sendo o maior desafio da equipe fazer com que nesse espaço seja possível a vida de plantas com exigências tão diferentes.

    A dinâmica no epifitário é feita para que esse cultivo de variedades seja feito da melhor forma. Para isso, um sistema de irrigação específico de nebulização que funciona de forma localizada diariamente deixa as raízes sempre devidamente hidratadas. “ Esse sistema se chama microaspersão. Ele tenta imitar uma nevoa, como se fosse uma bruma que vai molhando as epífitas. Depois, fazemos a complementação com as mangueiras poupando as flores e focando sempre na raiz”, explica Borin. Segundo ele, o restante da manutenção é feito por meio da retirada das raízes mortas, das folhas que estão com fungos e do botão floral das plantas que estão com baixo desenvolvimento, fazendo com que elas poupem energia.

    No epifitário, as plantas são remanejadas de acordo com a necessidade de cada uma delas. Foto: Rossana Magri.

    No epifitário, as plantas são remanejadas de acordo com a necessidade de cada uma delas. Foto: Rossana Magri.

    De acordo com Borin, algumas espécies já estão adaptadas, como é o caso da orquídea Cattleya que, por ser de Minas Gerais, é acostumada com o clima da região. “Mas aqui existem orquídeas da Tailândia, como as Vandas, que não gostam de frio, estão acostumadas ao clima constantemente quente”. Para contornar essa situação, os jardineiros são treinados a desenvolver a sensibilidade de entender essa necessidade específica de cada uma. Dessa forma, elas são distribuídas no epifitário de acordo com o que precisam: nos cantos, por exemplo -onde a água cai menos – ficam aquelas que precisam de menos umidade. Já no alto, ficam as Vandas, onde o clima é mais aquecido. Com a atenção e o cuidado da equipe de jardinagem, elas florescem e se fortalecem a cada dia.

    Durante a visita conduzida por Borin,  você terá a chance de conhecer espécies que não estão no jardim do Inhotim, além de entender mais sobre a dinâmica de um lugar onde plantas de diferentes partes do mundo se encontram. Participe!

    Visita ao Epifitário
    Quando: 9 de junho (quinta-feira)
    Horário: 10h30
    Onde: saída da Recepção
    25 vagas; inscrição gratuita na Recepção a partir de 10h.

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    01 de junho de 2016

    Redação Inhotim


    Leitura: 1 min

    Amigos do Inhotim: categorias e benefícios

    Os Amigos do Inhotim vivem uma experiência mais próxima com os acervos e conteúdos do Inhotim. Tanto no Parque como fora dele, os participantes do Programa desfrutam de uma série de comodidades, colaboram com projetos sociais, educativos e científicos e contribuem para a manutenção da instituição.

    Quer ser Amigo do Inhotim?
    Clique aqui ou entre em contato com a gente.
    +55 31 3571 9717
    amigos@inhotim.org.br

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